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Frank Sinatra – 100 anos

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Em 12 de dezembro de 1915 , nascia Francis Albert Sinatra. Mais tarde passa a ser conhecido como o ” The Voice” da música norte americana.

Aprendi a gostar de Frank Sinatra com minha mãe. Aos fins de semana, enquanto estava em seus afazeres de casa, ela ouvia os antigos LPs (os velhos discos de vinil daquela época) daquele já Senhor de belos olhos azuis e de uma interpretação musical especial.

Não sei ao certo se ela gostava dele porque cantava muito bem ou porque era o galã do cinema em sua época de adolescente.

Isso mesmo, Sinatra era tudo. Ator de cinema Hollywoodiano, com direito a Oscar; intérprete; compositor; cantor e amante da da atriz Ava Gardner, uma das mais cobiçadas mulheres de todos os tempos.

O eterno “Blue Eyes”, às vezes, tinha também o pavio meio curto. Por vezes socava um ou outro jornalista e fotógrafo; outra hora resolvia sumir e/ ou se aposentar, mas logo voltava aos palcos.

Para quem já conhece a boa música e interpretação de Sinatra, vale se aprofundar mais e mais em sua larga discografia. E, para quem ainda não conhece sua obra, nunca é tarde para começar a saboreá-la. Suas músicas são atemporais e sua voz imprime um tom do mais belo romantismo dentro do jazz e blues americano.

Para começar bem, eis a dica de algumas músicas formidáveis do “Blue Eyes”:

– Fly me to the Moon
– I’ve got you under my skin
– Can’t take my eyes of you
– Night and Day
– Come fly with me

Tomar iniciativa é bom demais

 

Naquela noite eu tinha participado de um compromisso corporativo e, após algumas taças de vinho, sabia que não deveria ficar ali para evitar situações complicadas. Logo, precisava gastar minha energia em outro lugar e com outro tipo de gente.

Após ter entrado em contato com algumas amigas preguiçosas ou compromissadas, decidi sair sozinha. Assim que cheguei na balada, já fui ficando animada, nem precisei beber mais nada. Só água e a pista de dança.

Em meio a toda essa euforia, encontrei um ex-peguete, que estava com uma turma de garotões da idade dele. Nos abraçamos várias vezes e comemoramos o fato de termos nos encontrado. Porém, como não estava nos meus planos, eu não queria terminar a noite com ele. Talvez nem ele quisesse.

Quando ele se dirigiu ao fumódromo, decidi sumir da pista e me desloquei para o bar. Lá continuavam conversando os dois gatinhos que eu tinha visto quando fui pegar água. Eles conversavam tão alheios a tudo o que acontecia, que me senti à vontade de me sentar na mesa deles sem ser convidada.

Fui muito bem recebida e após percebermos que o papo estava divertido e que tínhamos alguns interesses comuns, um deles colocou as mãos no meu joelho. Neste momento, percebi como seria o fim da noite.

Ficamos por ali mais alguns minutos, até que o amigo percebeu que tinha perdido o companheiro de prosa e avisou que iria se retirar. É incrível como são os homens são práticos. Admiro esse desprendimento que a maioria das mulheres não tem.

Fomos para o apartamento dele e passamos uma noite excelente. Quando duas pessoas com o mesmo objetivo se encontram, não há o que dar errado.

No meio da madrugada o ex-peguete me mandou uma mensagem querendo saber onde eu estava. Talvez, ele não teve tivesse tido êxito em suas prováveis investidas. Mas, minha intuição estava certa. Se eu não tivesse alterado o rumo da noite, terminaríamos juntos mais uma vez. E eu teria perdido a oportunidade de incluir mais um homem maravilhoso em minha vida.

Após alguns novos encontros com meu novo amigo, tive certeza que tomar a iniciativa não é proibido para mulheres. Os homens que sabem o que querem aceitam mulheres decididas sem qualquer tipo de drama ou preconceito.

Faça sempre o que seus instintos recomendam. As oportunidades estão no inesperado. Seja protagonista da sua noite e da sua vida. Só assim você poderá viver momentos inesquecíveis e conhecer pessoas incríveis.

 

Ele não gosta mais de mim. Paciência.

 

Uma das conclusões difíceis de se aceitar é quando chegamos ao ponto em que começamos a aceitar a frase acima.  O cara há tempos dá sinais de que não está mais a fim, mas vamos nos  enganando, fingindo que não desconfiamos disso.  Até que não dá mais para esconder e se iludir.

O fato é que dói demais saber que a pessoa que desejamos não mais nos deseja. Sentimo-nos desamparadas e tudo mais.

Mas, nessas horas o importante é levantar a cabeça e sair o mais rápido possível dessa “apaixonite” não correspondida.  Quando o amor não é mais correspondido, o melhor que temos a fazer é superar a decepção e desconstruir a idealização de que ele era o príncipe encantado, que era o único amor do mundo.

Não adianta só lembrar das qualidades e dos momentos incríveis da relação. Pois sabemos que quando estamos apaixonadas, tendemos a exagerar nas qualidades dele. Logo, precisamos racionalizar um pouquinho e lembrar de alguns vários defeitinhos que ele tem.

Ponto também importante nessa situação: afastarmo-nos da pessoa amada para rapidamente reconstruirmos a nossa autoestima. Ficar procurando notícias dele, buscar informações pelos amigos, redes sociais e relembrá-lo nada mais é do que ficar traumatizando a situação, uma espécie de autoflagelo que só prejudicará a autoestima e a prontidão para uma nova relação.

Embora a tristeza aperte nossos corações quando realmente gostamos de alguém que não mais nos goste, é preciso que enxerguemos o fim do namoro como uma oportunidade. Um tanto quanto estranho, mas me explico: uma relação problemática ou de amor não recíproco pode só potencializar e prolongar sua tentativa frustrada de tentar reverter uma situação que não tem mais jeito. Assim, o fim dessa relação passa a ser sim uma oportunidade de libertação, de autoconhecimento e de busca para de uma real felicidade.

Óbvio. Sabemos que sofremos, choramos por dias, ficamos tristes. Sofrer é natural e faz parte do fim de uma relação. Afinal, quem, nunca quiser sofrer, nem se arrisque então. Mas devemos encarar e respeitar a rejeição dele com naturalidade. Afinal, a vida é feita de alegrias, mas de decepções também.

Nosso sofrimento é normal e várias outras pessoas também passam pela mesma tristeza. Por isso, viremos a página. Sigamos em frente. Vamos fazer cursos, sair com as amigas, ir ao cinema…  Isso aumentará as chances de conhecer alguém.

Como diz o ditado, “amor com amor se cura!”

Traição esquecida

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Ao saber que teu beijo foi de outra
Meu coração doeu profundamente
Senti-me traída como louca
Pensei desprezar-te intensamente

Ao sentir que não terei mais teu carinho
Meu coração bateu inconsciente
Senti-me perdida no caminho
Pensei odiar-te cruelmente

Ao querer que tudo fosse engano
Meu coração sofreu solenemente
Senti-me dona de um amor profano
Pensei abandonar-te prontamente

Ao deixar essa dor no meu passado
Meu coração vive calmamente
Sou feliz por já ter amado
E vou buscar o amor novamente

Dica para um Natal magro, o Natal da criatividade

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Este ano vai valer a criatividade para escolher e para comprar presentes especiais. Será um final de ano das “vacas magras”, do medo de perder o emprego e da inflação.

Que tal reunir os amigos para uma ceia antecipada tipo master chef? Convide seus amigos a soltarem seus dotes culinários e promova um game: escolha um tema culinário e cada um deverá fazer o prato. Como prêmio vocês podem colocar uma quantia em dinheiro simbólica e o melhor prato leva a grana. O que vocês ganharão mesmo é um momento divertido e o prazer de celebrar a amizade.

Outra opção divertida é o “amigo ladrão”. Este tipo de amigo secreto costuma ter um custo bem menor e promove muito mais diversão.

Para aqueles que têm habilidades manuais, tudo fica ainda mais fácil. Faça lembrancinhas personalizadas, para os seus amigos e familiares.

Se sobrar um dinheiro, promova uma ação social. O número de pessoas necessitadas aumentou bastante com a crise. Logo, as instituições vêm recebendo menos doações. Então aquele amigo secreto caro poderá ter parte da verba revertida em alimentos para uma instituição.

Enfim, use a criatividade! Solteirar é valorizar a amizade e a solidariedade.

Boas Festas!

Os laços que não criei e as pessoas que não cativei

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Não me dou bem com meu passado, por ele apenas passei. Às vezes encontro pessoas que fizeram parte dele e a única coisa que sinto é vergonha por não me importar. Decidi apenas me construir e acabei me esquecendo de criar laços. Que pena, sem sentimentos.

Sabe aquela amiga de infância que você não vê a hora de rever? Não, eu não sei e, para ser sincera, nem sei em quem pensar. Dividimos momentos, aprendemos juntas, crescemos e eu deixei de ligar.

Criei alguns casos e tive alguns caras, mas nenhum para a vida, nenhum de marcar.

Sabe aquele amor do ensino médio que te balança até hoje? Não, eu não sei. Acabei não indo àquelas festas de aniversário, não aceitando convites por orgulho, não dizendo que também amo e a fila tinha que andar.

Escolhi não ser debutante, não dar meu primeiro beijo no carinha do acampamento da oitava série e não beber escondido antes dos dezoito. Só deixei passar.

Sabe aqueles laços que você construiu e se emociona, se identifica ao ler “O pequeno príncipe”? Não, não me dou bem com esse lance de cativar.