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O estapafúrdio mundo de Spagofreda Spatifúrcia

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Todos me acham doida varrida…

Na verdade, sem rodeios ou eufemismos, confesso ser uma sociopata. Do tipo que não recheia o CV com crimes hediondos, mas, sem a mínima dúvida, sou uma egoísta psicótica que usa as verdades impronunciáveis como armas de tortura.

Meu desprezo por obrigações e códigos sociais é flagrante. Se medissem a evolução da minha inabilidade em interagir socialmente, nenhum professor de matemática encontraria melhor exemplo para demonstrar uma curva exponencial.

Você acha que estou exagerando e sou apenas uma antipática tresloucada? Pois bem, o adjetivo “antissocial” é insuficiente para expressar meu dissabor com a (sub)espécie humana em geral. Tanto que ninguém que me conhece se surpreenderia se um dia eu decidisse adotar o eremitismo como modo de vida. O duro seria, nesses tempos de incremento galopante da densidade populacional, encontrar um refúgio desabitado para me aposentar…

A causa do transtorno? Psiquiatras explicariam que só pode ser alguma disfunção cerebral, já que minha infância foi tranquila e feliz, sem traumas ou negligências familiares de qualquer natureza. E talvez isso explique por que, afinal, não virei uma delinquente.

O que talvez não contem por aí é que a mente sarcástica de um psicopata é curiosíssima. Segundo minhas amigas e amigos, parentes e meu amado tatuador – os únicos seres humanos por quem consigo experimentar um mínimo de empatia -, meu jeito de encarar a vida é, no mínimo, hilariantemente grotesco. Vejam só uma amostra de alguns conceitos “by Spagofreda Spatifúrcia”…

REDES SOCIAIS = espaço virtual de grande concentração de imbecis inúteis que compartilham imbecilidades inúteis em escala global

POSTAGEM DE SELFIESEM REDES SOCIAIS = quando os imbecis inúteis acham que sua imagem ridícula merece destaque equivalente ao das maiores celebridades mundiais (que também são imbecis inúteis, mas com estilo)

POSTAGEM DE SELFIES FAZENDO EXERCÍCIOS NA FRENTE DO ESPELHO = quando os imbecis inúteis acham que ao divulgar sua imagem ridícula conseguirão assegurar a transa da semana

FILMES ROMÂNTICOS = remédio para insônia

NOVELAS GLOBAIS = anestesia geral

SUJEITOS QUE SE ACHAM = a maioria dos machos heterossexuais da espécie com todos os dentes na boca e/ou com carteira assinada

MUNDO CORPORATIVO = parque de diversões para os psicopatas adoradores de poder

MUNDO POLÍTICO = hotel de luxo para os mais ardilosos psicopatas adoradores de poder

FILMES DO TARANTINO = a vida como ela é se um dia não tivessem criado algumas leis para tornar a convivência humana um pouco menos violenta

CHEFES = imbecis inúteis ou psicopatas sádicos que habitam o medíocre mundo corporativo com a função exclusiva de repassar aos seus funcionários a pressão que recebem de seus superiores

FUNCIONÁRIOS = seres que ficam com todo o trabalho pesado e suportam a humilhação de responder a um imbecil inútil porque precisam pagar as contas

FESTAS DE CASAMENTO = espetáculo circense de custo estratosférico em que uma palhaça com traje espalhafatoso e com a cara pintada – a ponto de torná-la irreconhecível – segue um ritual com nenhuma variação criativa por séculos; para completar o show, há vários figurantes tediosos, como um padre que fala baboseiras sem nexo e outro personagem denominado “noivo” que normalmente acaba chorando (e nunca se sabe se é pela grana que gastou com o evento ou pela grana que gastará após o evento)

RELACIONAMENTOS = o agrupamento de dois (ou mais) fracotes carentes que preferem encarar juntos uma câmara de tortura a seguirem em frente sozinhos a vida como ela é

TERAPIA = monólogo no qual um indivíduo interpreta um personagem que pretensamente é a “verdade de si próprio” diante de uma miniplateia formada por um indivíduo autointitulado “conhecedor da alma humana”. Para isso, o primeiro indivíduo cria narrativas imaginárias que pretensamente explicam sua própria loucura, mas a história deve ser tão chata que o ator é quem acaba desembolsando fortunas para ser aplaudido.

MÃES = aquelas que amam incondicionalmente e sofrem inevitavelmente

BEBÊS = seres que em 99% do tempo só cagam, choram e mamam e que no 1% do tempo restante divertem os adultos

MARIDOS = bem, é melhor parar por aqui antes que algum cromossomo capenga revoltado decida me processar por atentado ao pudor… Assim, apenas imaginem o que eu falaria neste caso… 😉

Qual o futuro da mulher brasileira?

A revista Isto é publicou uma matéria em janeiro de 2016, que me deixa cheia de orgulho de ser uma mulher brasileira. Vivemos em uma sociedade inicialmente machista, devido ao nosso histórico sócio cultural. Porém, apesar de termos ainda muito o que atingir em relação aos direitos femininos, demos um salto nos últimos anos. Somos guerreiras vencedoras.

A matéria está baseada em pesquisas e análises interessantes, mas vou me concentrar nas afirmações que provocaram mais a minha reflexão.

  • De 1992 até 2012, mais mulheres passaram a frequentar escolas e a trabalhar com carteira assinada, ajudando, assim, a fortalecer a economia do País
    As gerações anteriores das mulheres de minha família não completaram nem o que se chamava de ginásio (ensino fundamental). As mulheres que estudaram, chegaram apenas à quarta série. Já a minha geração, como a família é grande, tem seu resultado feito por escolhas. Tenho primas que decidiram não fazer o colegial, outras que não fizeram faculdade, e outras que assim como eu optaram por ser uma mulher com graduação, pós graduação e especializações. Portanto, me orgulho de fazer parte de uma das primeiras gerações de mulheres brasileiras com direito à escolha pela educação.
  • Após ouvir 1,3 mil mulheres em 44 cidades do País, o estudo identificou os cinco perfis mais comuns entre as brasileiras.
    Não somos iguais. Cresci ouvindo na mídia que a mulher brasileira era isso ou aquilo. De acordo com a pesquisa do Data Popular, estamos optando por ser o que queremos. O estudo mostra que 25% das mulheres do Brasil são conservadoras em suas opiniões, pois tratam-se em sua maioria de pessoas acima dos 50 anos, em sua maioria aposentadas ou donas de casa casadas ou viúvas, com baixa escolaridade.
    Outras 25% pertencem ao perfil das tradicionais : mulher de meia-idade (entre 40 e 50 anos), casada, que estudou até o ensino médio e tem o trabalho como sua prioridade. São mais tolerantes em relação às uniões homo afetivas, valorizam mais a independência financeira feminina e são mais otimistas.
    Em terceiro lugar chegam as promissoras, mulheres jovens de até 34 anos, com alta escolaridade, que trabalham, são conectadas à internet e se preocupam com o corpo. São brasileiras independentes financeiramente e que valorizam a carreira. Para elas, felicidade não é apenas constituir família.
    O próximo grupo é das desprovidas, representando 16% das mulheres brasileiras. São mulheres bem jovens (metade delas tem até 24 anos), concentradas nas classes com menor renda, que não trabalham, mas que, apesar da pouca idade, já têm ao menos um filho. Embora estejam em uma condição financeira ruim, elas têm mais vontade de empreender do que a maioria, valorizam muito a independência feminina e aceitam a diversidade sexual.
    O quinto perfil mais comum é o das lutadoras, que correspondem a 15% das brasileiras. Com 25 a 49 anos, separadas ou viúvas, economicamente ativas e em esmagadora maioria chefes de família, essas mulheres representam o futuro das desprovidas. Elas valorizam o empreendedorismo e priorizam a família.
    Os perfis acima enquadraram a maioria, mas isso comprova que ainda existe um potencial de mudança enorme entre as mulheres brasileiras e isso não tem relação com idade ou situação financeira. Tenho certeza que não sou única, mas não me identifico fielmente, com nenhum dos grupos acima.
    Se fosse criar um grupo com base em minha classificação, seria o grupo das mulheres que querem “Solteirar”. Sem limite de idade, buscam evoluir não só por meio da formação educacional, mas também por meio das relações e experiências de vida. São mulheres que não limitam suas experiências a relacionamentos formais, mas a interações sem preconceitos. Sabem que a palavra liberdade vai além da independência financeira, mas também ao valor de suas opiniões e escolhas.

Em apenas dez anos o perfil das brasileiras mudou muito e mudará mais ainda na próxima década, diz Renato Meirelles, sócio-diretor da Data Popular. Somos responsáveis por este futuro. Onde queremos estar? Quais as estatísticas que queremos ver nos próximos anos? Saber o que queremos é o primeiro passo para sermos o que nos faz felizes, sem ter que aceitar o que querem que sejamos.

Leia a matéria na integra. http://istoe.com.br/261297_AS+VARIAS+FACES+DA+MULHER+BRASILEIRA/

A política interfere em nossa autonomia

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Somos mais de 51% da população brasileira e menos de 10% representadas diretas nas câmaras legislativas. E as que lá estão, desde municípios até senado, são mulheres, ex-mulheres, filhas ou parentes próximas de caciques consagrados. Uma ou outra saiu de sindicatos que bancam seu posto por algum interesse.

Bancada religiosa, ruralista e outras até piores que são representadas, como há pouco vimos os famosos 513 deputados, por verdadeiros trogloditas.

Alguma de nós em sã consciência acha que eles, de fato, pensam nos direitos femininos? A prática revela a verdade, exemplo é o estuprador que em poucos dias está em liberdade, repetindo o crime e a vítima tem mais medo ainda.

A lei da palmada, a porcentagem do nosso imposto de renda a pagar, casamento entre mesmo sexo, a obrigatoriedade de verbas para o bem público, como saúde, educação, segurança, entre outros, são orquestrados por políticos que nós elegemos. Será que sabemos pelo menos em quem votamos e o que eles fizeram em nosso benefício?

Ou começamos a expulsar pelo nosso voto consciente os incompetentes e corruptos ou estaremos atreladas ao interesse deles. Tanta pauta interessante para votar como “As dez medidas contra a corrupção” e o presidente do senado vem com uma lei contra a Lava Jato. Claro, ele é réu em quase uma DEZENA de crimes e precisa anular a possibilidade de ser julgado.

Toda essa corrupção com desvios de bilhões de reais tem culpados que precisamos identificar e nunca mais eleger para nada. Eles e seus assessores.

Se tivermos partido, melhor, mas o que temos de eleger é um Brasil mais justo, com mais organização, educação e oportunidades. Não esmolas ou só blablabá. Vimos que os fatos desvendam mentiras e quem sofre no dia a dia somos nós. Milhões sem emprego e futuro. Um país sobrecarregado de incompetência e crimes que levam ao desastre.

Pesquise, escolha o melhor, conheça o passado e as propostas de seu candidato. Contate seu gabinete, exija trabalho e compromisso. E, se você se enganar nesta escolha, que a próxima seja melhor. Temos de passar este país a limpo e conseguirmos, com nossa participação e cuidados, algo à altura do nosso esforço, trabalho, sonhos e merecimento.

Política sim, e que seja de primeira qualidade.

Chega desta vergonha para todo brasileiro decente. Vamos mudar e encontrar um caminho de dignidade. Isto também está em nossas mãos.

Não vamos deixar para lá.

2 anos Solteirando com orgulho

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2 anos de Solteirar. Quem diria?

Já não me lembro mais quando tomei a pílula vermelha. Aquela pílula que me libertou da quimera de que o protegido mundinho formado por “papai, mamãe e filhinhos” seria o único caminho para satisfazer todas as almas errantes.

E, mesmo depois de 2 anos da criação do Solteirar, ainda escuto muita gente especular que nossa página e nossos textos são uma farsa arquitetada por desesperadas enrustidas em busca de um homem que as presenteie com o sentido da vida.

Outros chegam até a decretar que o sonho de toda solteira é encontrar um macho.

Pode ser a aspiração de algumas, certamente. E não vejo problema algum para as que trilham esse caminho. Cada uma que busque a vida que preferir. Ou que mude de vida assim que desejar…

O fato é: se você já se libertou dessa “Matrix”, aposto que não abre mão de Solteirar pra valer.

A versão de você pós pílula vermelha sabe que Solteirar não é fácil, mas também compreende que ter arriscado sua vida para conquistar a independência foi a melhor coisa que lhe aconteceu.

Como o atleta que troca a juventude pelo desafio de uma medalha olímpica, como o empreendedor que aposta a vida pelo seu sonho de negócio, como o cientista que coloca em cheque o conhecimento de gerações para provar suas ideias ou mesmo como o músico que perde noites e noites de sono atrás de uma melodia delirante, ser solteira é abdicar da segurança de um relacionamento afetivo pelo desfrutar supremo da liberdade.

E esta sou eu: uma louca apaixonada pela liberdade e por tudo que ela proporciona a quem tem coragem suficiente para encará-la.

Arrisco qualquer coisa por ela. Afinal, a vida intensa não é aquela que implica no “tudo ou nada”?

Como a celebração da minha inspiração de vida poderia ser uma farsa?

O Solteirar para mim nada mais é do que uma declaração de amor!

Assim, um brinde à liberdade, aos 2 anos do Solteirar e a todas as mulheres que experimentaram a pílula vermelha!

Aos demais, não percam tempo por aqui e corram atrás de suas paixões… Entre os intermináveis compromissos rotineiros que asseguram nossa sobrevivência, resta-nos poucos momentos para viver as raras coisas que valem a pena…

A força das mulheres nas Olimpíadas Rio 2016

Sem sombra de dúvidas, elas estão brilhando nos jogos olímpicos.

Superação, raça, determinação e luta contra preconceito são palavras da ordem do dia para as atletas nessas Olimpíadas.

A despeito da baixa remuneração (nem vamos comparar o salário do Neymar com o da Marta), da falta de incentivo em muitas modalidades ou as vezes em todas as modalidades em certos países, as mulheres estão dominando os holofotes dos jornalistas e das redes sociais no mundo todo. Eis abaixo algumas dessas feras.

 

1. Marta – jogadora de futebol da seleção brasileira

Dispensa maiores apresentações. Cinco vezes eleita a melhor jogadora do mundo, ela vem arrasando nos jogos da primeira fase e deixando os jogadores da seleção masculina em maus lençóis.

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2. Rafaela da Silva – judoca do Brasil

Lá da Cidade de Deus, bairro humilde do Rio de Janeiro. Após ter cometido um erro em Londres 2012, que a desclassificou, Rafaela teve que superar o racismo e uma depressão para então dar a volta por cima e responder com uma medalha de Ouro a todos que duvidavam de sua competência.

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3. Oksana Chusovitina – ginasta do Uzbequistão

Ela já participou de sete Olimpíadas. Aos 41 anos, Chusovitina é a competidora mais velha da ginástica artística e surpreende a todos com a sua força de vontade. “No pódio, somos todas iguais, com 40 ou 16 anos. Você só precisa ir lá e fazer o seu melhor”, afirmou em entrevista ao ESPN.

Disse também que sua maior inspiração é seu filho Alisher, diagnosticado com leucemia e hoje já recuperado.

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4. Yusra Mardini – 18 anos, nadadora. Seu país? faz parte do time de refugiados do COI.

Participou pela primeira vez de uma Olimpíada, integrando-se ao time de refugiados, pois ela escapou da guerra da Síria. E escapou de lá literalmente nadando.

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5. Doaa Elgobashy e Nada Meawad – jogadoras de vôlei de praia do Egito

Com 19 e 18 anos respectivamente, elas chamaram atenção por suas vestimentas no primeiro jogo contra as alemãs. Jogando nas areias do Rio de calça e hijab (véu), que imprime sinal de privacidade, modéstia e moralidade das mulheres.

Mas o maior mérito delas está no fato de formarem a primeira dupla do Egito a disputar uma Olimpíada nessa modalidade. Sinal de que mesmo nos países mais tradicionalistas e de culturas tão diferentes, as mulheres estão saindo para o mundo, fazendo suas vontades e talvez mostrando ao resto do mundo que não são tão diferentes assim.

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6. Anna van Vleuten – 33 anos, ciclista de estrada holandesa

Anna, uma das melhores ciclistas de seu país, liderava a prova da modalidade de estrada (percurso de craca de 140 km), mas já no final sofreu um grave acidente. Após o grande susto, Anna se encontrava bem no hospital, embora com algumas fraturas. As primeiras palavras dela para a impressa foram “eu estava fazendo a melhor corrida da minha carreira”.

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Festa de solteiros em Cuba

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BARBARELA TURISMO
Fone: (19) 3826-3440
E-mail: renata@barbarelaturismo.com.br