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O que é melhor: um filho ou um cachorro?

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Outro dia, lendo um livro qualquer, o autor faz a seguinte provocação no meio de um capítulo: “o que é melhor: um filho ou um cachorro?”

Uma pergunta, à primeira vista, um tanto quanto estapafúrdia, até meio idiota. Mas se pararmos para pensar, até que é uma pergunta bem atual.

O número de filhos que um casal tem (ou planeja ter) está cada vez menor. No máximo dois e olhe lá. Por outro lado, o número de cachorros só aumenta. E, um dos fatores que contribuem para isso é a adoção de cães como companhia em nossas casas e apartamentos; como membros da família.

De forma bem racional (e talvez bem dura de falar), essa troca de filho por cachorro se deve ao fato de que filho custa bem mais caro e o afeto dado nem sempre é retribuído na mesma proporção.

Também é verdade que o afeto do filho pode ser mais profundo, o que é mais difícil de lidar. E, cachorro sempre nos ama. Eles não são rancorosos, não ficam “de mal” da gente. Eles nos dão muito amor e carinho sem pedir nada em troca. Daí a questão do autor ser muito atual.

Criar filho hoje em dia, além de ser caro, cria um vínculo afetivo sólido e para vida toda. E, as pessoas hoje não estão muito mais dispostas a dedicar seu tempo com outros. Em nome da independência e da família moderna, assumem essa escolha. Mas na verdade não querem se arriscar em mudar toda a dinâmica de suas vidas, dividir seu tempo, seus recursos financeiros. Enfim, não querem essa responsabilidade.

Já, amar um cachorro é mais fácil. A responsabilidade é menor.

Mesmo diante dessa análise super racional e até convincente, ainda me causa espanto quando vejo amigas tratando seus Totós, Marleys, Luas e afins como verdadeiras crianças.

Aliás, preciso buscar meu Blue na natação.

 

Força meninas!

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Outro dia, lendo despretensiosamente uma revista na sala de espera de uma consulta médica, li sobre um projeto que conecta meninas para construírem uma próxima geração de mulheres mais autoconfiantes.

Um projeto, de certo modo, bastante convergente com o propósito do Solteirar.

Para falar sobre autoestima, feminismo, padrões de perfeição e liderança com garotas, o programa FORÇA MENINAS organiza encontros com pais, filhas e educadores. A  proposta é ajudar a próxima geração de garotas a crescer mais autoconfiante, saudável e participando mais efetivamente na liderança do mundo.

Os encontros são pensados para cada faixa etária, que vai dos 6 aos 18 anos de idade. Temas de “como despertar o melhor de mim” e “como criar o meu caminho” são alguns exemplos da programação desse grupo, que acredita que o desenvolvimento das meninas de hoje é crucial para a próxima geração de mulheres líderes.

Vale a pena visitarem o site e apreciar com mais tempo os objetivos desse nobre projeto: frmeninas.com.br.

 

O futuro na ponta dos dedos

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Você confia em quem mente, trai, engana, rouba, determina seu emprego, seu salário, o preço da comida e gasolina, sua segurança, a verba para tapar buracos, o remédio do hospital, entre outras questões fundamentais de nossa vida?

Mas ele não leva em conta suas necessidades, ou sua dignidade. Pior do que confiar, você vota nele e nem lembra de quem.

Um dos assuntos mais comentados e dos mais rejeitados, atualmente, é a política. Brincadeiras, sátiras, extremismos e uma sensação dolorida de impotência paira no ar.

Isso gera alienação. E é um erro fatal. Nossas instituições, que esperávamos eficazes e atuantes, protelam, protegem-se e promovem a inércia do deixar como está para apostar que tudo vai ser suportado, ou melhor, esquecido pelo eleitor.

A máxima de que se você não toma atitude alguém o fará é mais do que verdade no campo político. E de novo não de nosso interesse, como povo, banindo corruptos e ineficientes e procurando por melhores ou, pelo menos, não tão ruins.

Participar, influenciar, já que sentimos no bolso e na alma toda a ação desses corruptos que só pensam em vantagens próprias e nunca no país, na justiça, na decência, na ética.

Temos vários recursos para conhecê-los melhor, saber seu passado, suas ideias, se têm processos ou condenações, propostas e etc. Exemplo é um ranking de políticos com notas pela atuação: www.politicos.org.br, que se diz sem interesse partidário.

São muitos sites como esses. Vamos conhecê-los, analisar, divulgar para nossos contatos, trocar informações e análises, enfim, nos gabaritar para podermos votar com propriedade.

Temos de expulsar os crápulas que nos prejudicam tanto. Não vamos desistir ou deixar para lá. Por nós e por todos. Por hoje e pelo amanhã.

Voltaremos a este tema e que tal trocar ideias e novas informações?

Reflexões

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Alguém me mandou um vídeo de um jovem palestrante que sai por aí comentando sobre comportamento, que ele diz pautado em crenças e emoções. Naquele momento indo falar com um grupo que tentava emagrecer.

O interessante foram os pontos que ele destacava para reflexões. Vejamos:

–  A vida que você leva aproxima ou afasta você daquilo que de fato você quer de verdade?

–  Se você tivesse a oportunidade de dar a seu filho, que acabou de nascer, só um único conselho sobre a vida, qual seria? Por hipótese, nunca mais você o verá.

– Se você tivesse que viver o resto de sua vida com alguém que fosse exatamente igual a você, isso a deixaria feliz ou preocupada neste momento?

–  Se você acordasse, hoje, com somente aquilo que tivesse dado valor ou agradecido por ter tido ontem, o que teria hoje?Sua vida, família, amigos, emprego, casa, carro, bens. Ou nada?

– Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Que realmente fez com que você tivesse se sentido viva, com um friozinho na barriga?

Temos o hábito de não fazer análises e reclamamos muitas vezes. Mas será que aproveitamos bem nosso potencial, nossas aquisições e oportunidades?

Sabemos ou precisamos tomar novos rumos? Usamos com inteligência o que já temos? Se olharmos ao redor, perceberemos que muitos nem têm o que já desfrutamos.

O que é essencial para nós mesmos ou para nosso filho? Força, doçura, fé, determinação, paciência, conhecimento de si próprio, sabedoria?

São muitos os atributos. Mas qual o ideal? Difícil determinar o que de fato serve para alguém.

Nem nós teríamos uma resposta direta. Ao longo do tempo precisamos de coisas diversas e até conflitantes. Fazem parte da essência humana altos e baixos.

Poderíamos dizer que a felicidade é o mais importante, mas precisamos de tudo isso e mais ainda para sermos felizes. E muitos nem sabem o que é isso.

Pensar nas perguntas, pensar em nossas escolhas e fazer disso um caldo que nos deixe mais seguros, calmos e focados em nossas tarefas é importante.

Não comentamos no agradecimento que devemos ter para com os fatos, relacionamentos, coisas e a própria vida.

É também importante.

 

Quem é o cara que vai pra cama com você no primeiro encontro?

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O homem que vai para a cama com você na primeira noite, será que presta para um relacionamento? Quantas vezes você parou para pensar sobre isso?

Em uma festa ótima, uma amiga, que há tempo eu não via, me disse que tinha vontade de perguntar isso para quem perguntava porque ela não estava namorando.

Achei esta questão sensacional para estimular nossas mentes brilhantes a combater aqueles preconceitos do dia-a-dia que nem percebemos.

Veja que normalmente as grandes questões quando saímos com um cara pela primeira vez são: “Se rolar o tesão incontrolável, vou para cama?”  “Será que eu vou perder a oportunidade de virar namorada, caso o cara seja legal?”

Depois passam-se dois meses mais ou menos, e as questões são: “Como não percebi que aquele cara não era tão legal assim?” “Como deixei ele me usar?”

Em um cenário simplista, a grande pergunta é: “Por que eu não usei o momento para simplesmente me divertir?” Afinal aquele cara podia não ser absolutamente nada mais que um cara bom para sexo naquele momento e alguns outros, talvez. Exatamente como na maioria das vezes os homens entram para conhecer alguém.

E lá vamos nós para a pergunta que é taxada como feminista nível dez: “Por que os homens podem e as mulheres não?”

Não vou estabelecer aqui qual é a forma de conhecer, e se relacionar, com alguém no primeiro encontro para que este momento se torne em uma relação afetiva verdadeira. Não acredito que exista fórmula, e se existe, não fui apresentada e muito menos tenho um case de sucesso para contar para vocês.

Mas tem um fato certo nisso tudo, ainda vivemos hipnotizadas pelos preconceitos da sociedade que fazem com que nos esqueçamos de pensar e agir em pró daquilo que nós queremos, de buscarmos as sensações que irão preencher as nossas vidas com felicidade e principalmente podermos ter momentos sem que seja necessário viver sempre tomando a decisão para uma vida inteira.

Então minha cara Solteiranda, no próximo encontro, que tal tentarmos pensar nas seguintes perguntas:

1. O que eu quero deste encontro?

2. Será que este cara é capaz de suprir o que eu quero?

Todas as respostas estarão certas desde que vocês sejam sinceras com a sua felicidade, seja para um momento ou para uma vida, porque quem se ama se cuida!

#Iloveme

Porque eu me amo

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Quais foram as últimas coisas que você fez pela sua felicidade?

Espero que a resposta tenha pulado rápido da sua boca, porque se isso não aconteceu precisamos rever seus conceitos agora mesmo.

Esses dias minha amiga teve a melhor e mais inspiradora atitude de todos os tempos! Sabem aquelas situações onde você sente como se fosse um extraterrestre na sua própria realidade? Onde todos os casais se esforçam bastante para mostrar que as pessoas solteiras estão incompletas?

Pois bem, esta queridona, espremeu os limões, colocou uma generosa dose de boa vodka, açúcar e foi viver sua felicidade sem se preocupar com os preconceitos impostos por esta cultura maluca que as pessoas precisam estar em pares para serem felizes.

Como ela fez? Onde? Como ela conseguiu?

Ela estava em uma praia paradisíaca, em algum lugar do caribe, onde todos os visitantes estão para terem um momento de lua de mel. Até aí tudo bem, afinal a autoestima dela é suficiente o bastante para ela continuar curtindo a praia sem problemas. Porém a situação ficou um pouco mais agressiva quando os tripulantes casados do passeio de barco em que ela estava foram convidados para fotos em casal na próxima parada. Enquanto isso, ela tentava desesperadamente tirar uma self com a paisagem ao fundo.

Antes que o seu celular caísse no mar, ela procurou o fotografo para entender melhor como funcionaria este ensaio fotográfico. E este profissional, não teve nenhuma reação que denegrisse o seu profissionalismo, pelo contrário, de forma natural apresentou e mostrou que o seu trabalho é puro estado de espírito e atende a todos os estados civis.

As fotos dela são pura felicidade em viver a sua própria vida no melhor estilo Solteirando. E quando perguntam como ela pensou nisso, ela responde:  “Poque eu me amo e posso fazer tudo que qualquer outra pessoa faz. Simples assim”.

E você aí, o que tem feito quando a sociedade tenta fechar seus caminhos?