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Dica de Viagem – O inverno contra os Solteiros? Vejo oportunidades!

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Estamos novamente nas temperaturas mais baixas do ano.

Em algumas regiões do país, isso significa apenas mais chuva e temperaturas mais amenas. Então, se você é aquele tipo de pessoa regida pelo sol, aproveite para viajar pelo norte e centro-oeste do país. Os pacotes estão mais acessíveis (exceto em julho) e  você irá experimentar um um calor mais confortável.

Selecionamos dois lugares interessantes:

Pantanal – nesta época do ano o clima é seco, excelente para fazer um safari para conhecer a fauna exuberante  e selvagem que o nosso país oferece. Não esqueça de levar uma roupa quentinha para a noite, quando as temperaturas caem bastante.

http://www.portalpantanal.com.br

Parintins – vá assistir no final de junho  a disputa do Boi Garantido e Caprichoso, nesta festa folclórica cada vez mais popular que atrai as pessoas que querem diversão e explorar mais a cultura brasileira.

http://www.viverde.com.br/parintins.html

Se não der para viajar e bater aquela preguiça, aproveite para curtir a sua própria companhia! Explore a sua casa – sempre tem algo que você deixa para depois pois estava ocupada –  faça planos de vida e descubra as milhões de possibilidades que você tem de  descobrir novas sensações, novas oportunidades, novos comportamentos que a farão feliz!

Dia dos namorados às antigas

O Dia dos Namorados sempre foi uma das datas mais românticas do calendário, símbolo de paixão que sempre nos faz lembrar dos filmes de antigamente. Neles, a sensação era de que o mocinho gritava de longe a sua declaração de amor e a mocinha sempre se emocionava. Assim, ainda que tudo previsível, era o amor. Assim, ainda que as flores e chocolates, ou um jantar romântico sempre seja a “surpresa” todo ano, isso era sinônimo de Dia dos Namorados até poucos anos atrás.

Hoje, essa data ganha força em meio a ondas de selfies e declarações egocêntricas de paixão eterna nas redes sociais. Muito barulho, muitas imagens demasiadamente ensaiadas e retocadas. Muitos presentes caros demais. Muita exibição de quem é o casal mais “bombado”, o casal mais sexy, o casal mais famoso e assim vai.

Competimos e queremos ser vistos. Uma competição para ver quem ama mais e melhor, quem faz chorar, quem faz rir, quem beija melhor. Qual declaração dá mais audiência. Ou na internet é como se quiséssemos dizer: “- Hei, meus dois mil amigos, escutem-me. Eu tenho namorado, viu!! Eu sou muito feliz. Dá um curtir no meu post!”.

E o verdadeiro amor nessa estória? Ele virou apenas meio. Pode ter se perdido nos ouvidos de centenas de pessoas indiferentes, que nem conhecemos direito, mas para quem fazemos questão de escancarar nossos sentimentos.

Devia ser diferente. O amor do dia dos namorados devia ser quietinho, silencioso, gostoso e só a dois. Devia ser como o poema de Mario Quintana:

“Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…”

 

Solteira sim e sozinha sempre que possível!

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Minhas primeiras lembranças de infância remetem a ocasiões de fascínio desenhando e ouvindo minhas músicas prediletas… Sozinha no meu canto, claro…

Difícil imaginar quantos esboços cheguei a fazer já sonhando com as futuras tattoos e quantas horas passei isolada do mundo criando histórias em quadrinhos com personagens esquisitos.

Lembro-me perfeitamente como o espírito demoníaco tomava conta da minha versão garotinha desengonçada quando qualquer ser ousasse interromper meu sagrado templo de introspecção. A reação era um olhar tão ou mais assustador do que o da menina satânica do filme “O Chamado”. E essa acolhida calorosa produzia resultados consideráveis: poucos se obstinavam a me resgatar da imersão absoluta… O verdadeiro éden terreno que durava até ser interrompida pelos irmãos e primos, que pagavam caro por isso.

E nada mudou até hoje. Mas tranquilizem-se: atualmente moro sozinha. O perigo a terceiros intrometidos está sob controle. Também nunca abro mão de amparar os loucos minguados que desejam passar a noite comigo: eles são sumariamente ejetados do apartamento muito antes de correrem o risco mortal de me acordar ou de estar ao meu lado assim que o despertador tocar.

Viagens? Sempre que insisto no fatídico erro de tentar uma nova alternativa ou uma nova companhia, imediatamente prometo que da próxima vez será como sempre deveria ter sido: sozinha. Não há nada melhor do que uma viagem solo, inclusive para conhecer pessoas e aproveitar até o ponto em que isso é divertido.

Trabalho? A pataquada do “trabalho em equipe” é puro engodo de espertinhos “braços curtos” querendo distribuir (ou melhor: transferir) a responsabilidade para os que “se concentram”.

Esporte? Tudo bem, jogar e assistir futebol é um tesão em qualquer circunstância. Mas os individuais também não deixam a desejar…

As exceções: Os minutos de adrenalina coletiva e, principalmente, os encontros com as grandes amigas e amigos. Esses têm direito de me interromper sempre. Especialmente porque eles me conhecem e sabem que não posso abster-me por muito tempo do isolamento.

Só os evito nos eventos com vários casais, festivais da dissimulação em que não se ouve uma frase sequer conectada com o que é dito pelas(os) amigas(os) quando desacompanhadas(os) dos respectivos cônjuges. Odeio participar de processos seletivos para escolher o melhor casal representante dos comerciais de margarina, o marido mais “macho” e a mulher mais zelosa. Ineditismos são raros, inclusive quando surge alguma briga que, aliás, também segue rigidamente os roteiros permitidos: futebol e política para homens, maridos descuidados, ciúmes bobos e as dificuldades em lidar com os pimpolhos para as mulheres. Evito essas interações para manter a pressão arterial em seu devido lugar e o fígado pronto para os encontros que valem a pena.

Medo de ficar sozinha? Nem um pouco. A propósito, nem temo os fantasmas que, apesar de não serem camaradas, nunca tiraram meu sono.

E morrer sozinha, como fica? Na prática, se você não “bater as botas” sozinha, muito provavelmente morrerá numa catástrofe. Em situações normais de temperatura e pressão, estaremos sozinhos no instante do último suspiro. Em muitos casos até incomunicáveis. Por outro lado, considerando a perspectiva “cuidados na decrepitude”, mesmo que você esteja casada hoje, até seus momentos derradeiros você poderá estar divorciada ou viúva (aliás, o cenário mais provável para as mulheres, que “duram” um pouco mais do que os homens)… E, mesmo com filhos, nada garantirá que eles cuidarão de você ou que você aceitará se transformar numa tortura para eles. Enfim, não há muito por onde se safar…

Para mim, pior do que a morte é me tornar uma incapaz e não mais conseguir “ficar sozinha”. Esse sim é o meu maior pesadelo. Prefiro mil vezes estar a sete palmos do chão…

E, finalmente, antes que vocês me perguntem, lá vai: nem quando o vírus da demência me infectou resisti ao isolamento por muito tempo. Solidão, vício incurável…

Afinal, eu só quero e eu só penso em Solteirar…

 

Fique comigo

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Eu fico comigo. Você fica com você? Eu me acho a minha melhor companhia. Me divirto comigo mesma, rio sozinha (e muito!), choro também (e muito!), ando de bicicleta, leio, estudo, medito, ouço música, fico de papo para o ar. Às vezes brigo comigo mesma, mas acho que é normal a gente discutir com a gente mesmo, né? Na minha opinião, se eu não me achar uma ótima companhia, quem vai achar?

Muitas mulheres esperam que seus namorados, maridos, companheiros sejam sua melhor companhia e vice-versa. Porém, essas pessoas não são suas próprias melhores companhias. Então como fica esse jogo? Duas companhias ruins que esperam que estejam bem acompanhadas. Que loucura!

Um espera do outro o que o outro não pode ser. Daí fica difícil. Então é melhor gostar de nós mesmas primeiro, saber nossos gostos, saber o que nos faz feliz, o que nos deixa tristes, o que gostamos de fazer, para que quando estivermos acompanhadas estejamos realmente acompanhadas e não largadas em cima do outro.

Não sou contra namoros, casamentos, ajuntamentos, enrolamentos, seja lá o que for… Mas que seja pela companhia, pelo acolhimento mútuo, pelo ombro amigo, pela diversão e um junto caminhar. Eu me amo e amo você também, meu amor, muito!

 

Um encontro com você mesma – Yoniversum

“Nas vivências que facilito chegam muitas pessoas cheias de traumas, bloqueios, gente que sofreu abuso. E acompanhar o processo delas, sua transcendência, me inspira; é uma honra e um prazer contribuir nessa jornada de cura e libertação, de despertar a consciência do amor vibrando em cada célula do corpo, acessando a sabedoria ancestral que nossos genes carregam. Corpo livre, mente sana, alma em paz.” – Janaina Benke

Jana é bailarina, terapeuta corporal e terapeuta tântrica. Sua dança a levou para muitos palcos, países e outros mundos, quando conseguiu conectar seu corpo de carne e osso a todos os outros corpos que, de tão sutis, passam despercebidos. Ela criou um centro terapêutico focado no desenvolvimento integral do ser e realiza workshops no Brasil, Alemanha, Espanha, Áustria, Canadá e Estados Unidos. Seu trabalho é facilitar o encontro entre os seres e seus corpos, suas histórias, suas memórias e verdades, por meio de técnicas meditativas, respiratórias, massagens e danças. Jana agora é Prem Samit – sannyas que signifca “Amor Silencioso”. E o seu fazer é buscar a cura das pessoas, a partir da cura que promoveu em si mesma.

Durante os Workshops ela trabalha com Ressonância Energética, Danças Meditativas, Meditações Ativas (Osho), Danças Orientais de Transe, Soul Motion, Terapias Integradas de Respiração, 5 Rythms (Gabrielle Roth), EsalenMassage, Tanztheater (Pina Bausch), Dança Arquetípica de Isadora Duncan, Touch Life Massage, Qi Gong, Rebirthing e as 112 meditações descritas no VigyanBhairav Tantra de Shiva, de 5000 anos atrás – literalmente traduzindo, “técnicas para se ir além da consciência”.  Ela compartilha com os grupos essas diversas técnicas de meditação para silenciar a mente e acessar o poder do coração, elevando o padrão vibracional do corpo em seu potencial de cura e transcendência.

Aproveite:

  • Dias 19, 20 e 21 de Junho de 2015 no Recanto Lakshmi – Extrema – MG
  • Desconto especial às fãs do Solteirar: 10% no valor de inscrição se você mencionar que foi indicada pelo Solteirar
  • As vagas são limitadas!

Mais informações aqui: http://premsamit.com/email/yoniversum.html.

“Quando a espiritualidade feminina florescer totalmente, haverá a maior de todas as revoluções na humanidade.” (Osho)

De tanto contar histórias, nasceu uma história

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Ana Paula Bernardino, autora do livro “As meninas Beatriz e Sophia e o passeio no Jardim”

Sabe aquele dia que você se levanta cansada da mesmice? Tudo vai bem: trabalho, casa, família, filhos, escola, amigos, mas ainda assim falta alguma coisa… É algo que vem da alma pedindo para você juntar tudo o que tem, pôr no liquidificador e fazer surgir uma nova inspiração. O resultado disso é um projeto surpreendente que une todos os elementos que você já tinha, agrega outros e traz o desconhecido, com muita ansiedade, uma vontade louca de melhorar o mundo e de poder fazer a diferença para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades que você. Disso tudo ainda surge algo que te completa, algo mágico, extraordinário, transcendental, que te faz sentir a mulher maravilha, como se você fosse capaz de deixar suas marcas por onde passa e ir percebendo que muitos vão aderindo à sua ideia, que deixa de ser sua e passa a pertencer ao mundo.

Essa ideia se traduz em um livro infantil que foi lançado, como uma sementinha, para trazer às crianças um novo olhar sobre a natureza. De tanto contar histórias para meus filhos, criei minha própria história, que queria produzir uma nova história…

Assim como nós, leitoras do Solteirar, queremos ser perfeitas, a natureza também o é, desde que todos os seres do nosso planeta saibam se respeitar, de modo que possam coexistir. Dependemos das plantas, flores, assim como elas dependem de nós. E assim sendo é que devemos tolerar nossas diferenças, fazer florescer nossas habilidades e deixar dormentes e pequenos nossos defeitinhos. Todo esse conjunto nos faz o que somos, com nossa personalidade ímpar.

E o que eu fiz de diferente nesse projeto? Qual é a proposta? Não ficaria satisfeita tendo os recursos do livro para mim, não era o objetivo. Tinha que ter algo mais e para fazer a história do livro: as receitas líquidas serão revertidas para um projeto social muito bacana que foi desenvolvido em parceria com o Parque Amantikir e será implementado no município de Campos do Jordão: o Programa Pequeno Jardineiro, que tem por objetivo aumentar a intimidade entre crianças em risco social e a natureza. Assim, as crianças poderão dar o tratamento adequado (carinho) às plantas e às flores, e disseminar a conscientização da sociedade de sua importância (respeito).

Com isso tudo, a mensagem que quero deixar para vocês é que devemos a cada dia que nos levantamos arregaçar as mangas, mostrar a nossa garra e fazer algo que, quando olharmos para trás, ficaremos satisfeitas de contar as nossas histórias de vida aos nossos filhos, sobrinhos, netos, bisnetos. Porque Solteirar é um estado de espírito que te move adiante, sempre para frente e não combina com acomodar, aceitar o mundo como ele é e submeter-se. Faça sua história, você é a dona do seu destino.

INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO:

A receita líquida do livro, apenas R$ 25,00, será revertida ao Programa Pequeno Jardineiro.

Para comprá-lo e ajudar o programa é só mandar um email para: AsmeninasBeatrizeSophia@gmail.com.

PROMOÇÃO SOLTEIRAR:

  • As fãs do Solteirar terão 10% de desconto até 30/06. Para isso, indique no email que você soube do projeto pelo Solteirar.
  • As 5 primeiras que enviarem o email com a referência ao Solteirar ganharão um exemplar do livro gratuitamente! Aproveite a chance de aprender se divertindo com seus filhos e fazer a diferença para um mundo melhor!

Para mais detalhes sobre o projeto, acesse a página da autora no Facebook.