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Dica Carreira – Cursos online FREE

Que tal começar um curso que vai aprimorar o seu currículo?

Sem tempo? É feriado!

Sem transporte? É online.

Sem grana? É de graça!!!

Não tem desculpa, confira os sites que separamos e aproveite para dar um up na sua carreira.

 

1.      Veduca

O Veduca é uma empresa brasileira de tecnologia cujo propósito é levar o ensino superior de qualidade a qualquer pessoa que se disponha a aprender. Nascida de recursos dos próprios sócio-fundadores foi ao ar em março de 2012 sua primeira versão. Assim, já são 3 anos de histórica e um único propósito: democratizar o acesso à educação de alta qualidade no Brasil e em países emergentes.

Mais detalhes aqui.

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2.      Coursera

O Coursera é uma plataforma de ensino online que possui parcerias com as melhores universidades e instituições de ensino em todo o mundo (Universidade de Chicago, Stanford, Princeton, Universidade de Amsterdã, Universidade de São Paulo, Michigan, entre outras) para oferecer cursos gratuitos.  Você encontra o curso que quer cursar, aprende no seu próprio ritmo e ao final obtêm um certificado reconhecido.

Mais detalhes aqui.

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Definindo o estilo da minha empresa

Veja que não existe uma regra exata de vestimenta para o ambiente de trabalho, as roupas irão variar de acordo com a formalidade e com o ambiente.

Para você que é empresária, lembre-se que é sua a responsabilidade em dar o tom e a orientação para a equipe do estilo a ser seguido. Afinal, a imagem dos seus funcionários também faz parte da sua marca: eles são a imagem da sua empresa. Então, defina a vestimenta que se integra com o posicionamento do seu negócio.

Mas se a sua empresa não definiu o estilo a ser seguido, fique longe do MUITO:

  • Decote muito ousado,
  • Salto muito alto,
  • Perfume muito forte,
  • Saia muito curta.

Quando estiver Solteirando por aí abuse da sensualidade, mas no ambiente de trabalho evite os excessos e use sempre o bom senso!

*O texto é inspirado em citações da Gloria Kalil.

 

 

A rotina nossa de cada dia

Uma só vida.

É o que temos. E ainda sem saber quanto tempo ela durará.

Tendo essa única certeza desde que nascemos, de que vale essa vida se não nos arriscarmos e ousarmos cada dia?  Permanecer num emprego que nos causa infelicidade, mas que garante estabilidade, dormir cedo sempre, nunca se atrasar, ir ao mesmo cinema, ao mesmo restaurante, a mesma balada; ter roupas sempre da mesma loja, tomar a mesma marca de cerveja: perda de tempo.

É como a velha e boa música de Chico Buarque:  “Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boca de hortelã”.

Fomos educados à rotina. Acordar cedo para ir à escola, não se atrasar, fazer lição de casa todos os dias, almoçar no horário, não chegar tarde em casa, etc. Gostar de rotina não é ruim. Afinal, é ela que norteia nossas vidas e dá certa diretriz ao nosso dia a dia. Caso contrário, viveríamos num caos e desfocados. A rotina é de certa forma a força motriz que nos faz obedecer às regras e nos manter sãos, sem grandes transtornos psíquicos.

Sair da rotina, às vezes pode ser doloroso. Arriscar-se numa atividade nova, atrasar-se mais que cinco minutos ou experimentar uma comida exótica,  nem sempre é fácil alcançar. Principalmente para quem tem sua vida toda cronometrada e disciplinada pelos relógios e suas regras _ acordar às seis, fazer ginástica, tomar banho e se arrumar em meia hora, tomar café lendo jornal, trabalhar incessantemente, voltar pra casa pelo mesmo caminho de sempre, assistir qualquer porcaria na televisão e dormir.

Desse modo, não nos permitimos experimentar algo novo e ousado, por mais simples que seja. Não nos damos o luxo de fazer um programa cultural em plena terça-feira, afinal, amanhã é quarta, dia de acordar cedo e trabalhar.  Não nos permitimos nos atrasar um dia sequer, como naquele dia chuvoso e frio que nos faz ficar mais uns minutinhos na cama pela manhã. Não nos permitimos acordar após o meio-dia num domingo preguiçoso. E assim, a vida vai passando, nessa disciplinada, organizada, metódica e chata rotina.

Por muito tempo fui um pouco assim: metódica e intransigente (confesso que ainda sou meio rígida com horários e rotina, mas estou tentando mudar). Reconhecer que meu mundinho é limitado e que a zona de conforto não me oferece nada mais do que conforto, já é o primeiro passo. Num encontro entre amigas, se todas chegam no horário, acho ótimo. Se, algumas chegam atrasadas, me incomodo um pouco, mas hoje já espero as atrasadas feliz, e faço disso um motivo de risadas.

Viver metodicamente é não viver, ou viver pela metade. Partindo do pressuposto que temos uma só vida, melhor não desperdiçá-la.

Ego, esse ser desengonçado!

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Cá estou eu em mais uma daquelas reuniões intermináveis e começo a me sentir incomodada. Pareço estar apertada, meio sem ar e isso sempre me acontece quando saem os profissionais e os egos dominam o ambiente.

Neste momento, para não sufocar, levito e vejo o ambiente de cima.

Como faço isso? Simples: Deixo aquela voyeur maluca tomar conta de mim , interrompo a concentração e começo a observar as coisas incríveis que acontecem.

É sempre um festival de esquisitices: um fica nervoso e gagueja, enquanto o outro tem pequenos cacoetes. Quando tudo isso acontece junto, aí realmente sou obrigada a incorporar a minha alma no meu corpo novamente, pois geralmente fico em apuros porque eu tenho um ataque de risos! A saída é pedir licença desesperada, com cara de quem vai urinar nas calças e correr para o banheiro, para gargalhar sozinha… o que eu posso fazer se sou uma pessoa feliz?!

Há também as manifestações de egos que não elevam meu humor, muito pelo contrário, despertam a serial killer que existe em mim! Geralmente isso acontece quando o ego resolve dar as mãos  a sua amiga prepotência. Neste momento, encho a minha cara com café acreditando ser um shot de tequila!

Mas aí o ego apresenta uma nova cara, ou máscara, a da falsidade. Ele finge ser legal, quer fazer todo mundo acreditar que é a melhor pessoa do universo, mas no primeiro momento de descontração faz um comentário arrogante sobre uma situação ou destrata a pessoa do café. Simplesmente péssimo!

Claro que eu não sou uma pessoa perfeita e algumas vezes também deixo o meu ego brincar por aí, mas realmente prefiro soltar o meu ego em um shopping center e me acabar comprando lindas roupas e sapatos!

Bom, agora é melhor eu deixar os meus devaneios e voltar para esta reunião antes que eu perca o meu emprego, e aí sim, o meu ego será vencido pelo ego alheio. À guerra, aqui vou eu!

Quer conhecer as ciclovias da cidade de São Paulo e não sabe como?

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Para começar a pedalar e ainda por cima conhecer um pouco mais da cidade, uma ótima opção à disposição são os passeios de bicicleta oferecidos pela Bike Tour SP. São quatro opções de rotas: Centro Histórico e Av. Paulista aos domingos e Parque do Ibirapuera e Av. Faria Lima aos sábados.

O passeio é gratuito e formado por um grupo de até 10 pessoas que pedala acompanhado por um monitor e com um equipamento de áudio que informa curiosidades dos pontos turísticos visitados. As inscrições devem ser feitas pela internet e é indicada uma doação de 2 kg de alimento não perecível, que é encaminhada para uma entidade assistencial.

O Solteirar foi pedalar na rota do Centro Histórico e recomenda esse passeio. Você pode aproveitar que já está no centro e também visitar a exposição “Picasso e a Modernidade Espanhola” no CCBB.

www.biketoursp.com.br

 

Ressaca de amor

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“A sede por adrenalina é tanta que os olhos cegam.

Qualquer cheiro ou som que aguce os sentidos representa uma potencial fonte de satisfação.

Recebo o álcool e o ecstasy.

Na carne um desejo latente. Na mente o interior da tua saia.

Reinvento-me para essas vidas paralelas.

 

No trago absorvo o vazio e me atiro à feliz desgraça daquela janela do tempo. Em um ritmo frenético apago as memórias. Regurgito a alma. Abandono a casca. Despeço-me de mim. Por fim desligo. Sobram cicatrizes, cansaço, engulho. É a própria ressaca impregnada. Finjo que nunca mais e aguardo em repouso pela próxima janela.

No sexo invado a matéria, só quero adentrá-la. No ciúme quero sangue. Cravo as unhas, quero perdão. O pensamento não cessa, há pausa, há silêncio, mas ouço o sussurro. Parece demência, mas é só saudade. Tenho força, vou em frente. E pela covardia, lamento.

São golpes de palavras. Ficam o pó e os cacos não varridos. Estou consumida. É a própria ressaca impregnada. Dissimulo promessas e me deixo respirar até que o ar por fim me sufoque.”