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Clássicas frases sobre as mulheres

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A lista abaixo faz um passeio por épocas e personalidades, mostrando a evolução do tema mulher. Escritores, filósofos, poetas e reis são alguns dos autores de frases que tentam, aos seus modos, definir a mulher. Irônicos, politicamente incorretos ou apaixonados, eles, de alguma forma, homenageiam as mulheres.

 

“As mulheres constituem a metade mais bela do mundo.”

Jean-Jacques Rousseau

 

“É mais fácil reconciliar a Europa inteira do que duas mulheres.”

Luís XIV

 

“A mulher foi o segundo erro de Deus.”

Friedrich Nietzsche

 

“São as mulheres que nos inspiram para as grandes coisas que elas próprias nos impedem de realizar.”

Alexandre Dumas

 

“Para mim, só há duas espécies de mulheres: as deusas e os capachos.”

Pablo Picasso

 

“Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.”

Gloria Steinem

 

“No amor, as mulheres são profissionais; os homens, amadores.”

François Truffaut

 

“Deus fez as mulheres belas. O diabo as fez espertas.”

Leonid S. Sukhorukov

 

“Mulheres têm duas armas: cosméticos e lágrimas.”

Napoleão Bonaparte

 

“Todas as mulheres sabem que os ciumentos são os primeiros a perdoar.”

Dostoiévski

 

“Não há nada mais importante que a mulher, o resto é bobagem.”

Oscar Niemeyer

 

“As mulheres existem para que as amemos, e não para que as compreendamos.”

Oscar Wilde

 

“Mulheres comportadas raramente fazem história.”

Marilyn Monroe

 

“Tirando a mulher, o resto é paisagem.”

Dante Milano

 

“Amo as mulheres, mas não as admiro.”

Charles Chaplin

Ela

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Ela é linda, mulher e flor

Ela é brilho, perfume e amor

Ela é cheiro, luz e calor

Ela inflama sem pudor

 

Ela é luz, divina e dor

Ela é paz, carinho e pavor

Ela é adeus, solidão e rancor

Ela transmite ardor

 

Ela é fogo, água e ar

Ela é nuvem, sol e mar

Ela é areia, noite e luar

Ela faz incendiar

 

Ela tem um brilho seu

Nada ofusca, nada apaga

Ela é o presente do céu

Que riqueza nenhuma paga

 

É uma menina!

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No último domingo marquei um almoço com minhas amigas da faculdade para colocar as fofocas em dia. Aquele grupo de mulheres todas reunidas conversando alto, bebendo, comendo, rindo, enfim: aqueles momentos em que sinto como é delicioso Solteirar.

Em certo momento, todas se recordavam das respectivas infâncias, comentando as bonecas e as brincadeiras típicas “de menina” com as quais se divertiam.

Para minha surpresa, boa parte do grupo achou estranho quando a Marcela comentou que nunca gostou de brincar de boneca e que gostava mesmo era de andar de bicicleta, jogar futebol e correr na chuva.

Engraçado como boa parte da sociedade já define o comportamento da criança pelo sexo do nascimento.

A Marcela nasceu na década de 70, quando ainda não se usavam os aparelhos de ultrassonografia para visualizar o sexo do bebê. Os pais sonhavam em ter um menino que seguisse a carreira militar do pai, só que nasceu menina! E agora? Os pais já tinham comprado toda a roupinha azul e o quarto estava montado, todo em azul marinho.

Marcela foi assim para casa, com sua roupa azul, para seu quarto azul e viveu uma “vida azul”, como muitas outras mulheres. Brincava na lama, corria, jogava bola, empinava pipa, subia em árvores, marchava a pedido do seu pai em tom de brincadeira e até batia continência para ele. Ela era feliz assim e nunca foi menos mulher por não viver no mundo das panelinhas cor de rosa.

A menina cresceu e se tornou mulher. Fez engenharia para agradar ao pai, já que carreira militar ela não queria. Também casou-se e tornou-se mãe.

Será que papais e mamães não podem segurar a ansiedade e esperar que as meninas cresçam e definam por si só suas brincadeiras e cores favoritas?

Gênero feminino não indica um destino inexorável de padrões de comportamento. Nenhum gênero é homogêneo em gostos, valores e personalidades. Se até quando adultas, por vezes, temos dúvidas na vida, como estranhar nossas amigas que vivem em mundo com uma cor diferente da sua?

Desconto especial do Dia da Mulher – Boutique das Irmãs

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Para comemorar em grande estilo o dia da mulher, o Solteirar e a encantadora Boutique das Irmãs farão uma surpresa especial às nossas fãs…

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Endereço da loja: Rua Artur de Azevedo, 1304, Pinheiros, São Paulo

Horário de funcionamento:

  • Segunda: das 9:00 às 18:00
  • Terça a Sexta: das 9:00 às 19:00
  • Sábado: das 9:00 às 16:30

Telefone: (11) 3085-3866

Estacionamento: Há vagas para clientes na frente da loja.

O que o Oscar fez por nós?

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Cotidiano:  adj. Que ocorre todo(s) o(s) dia(s); particular do dia a dia; diário.

s.m. Aquilo que acontece todo(s) o(s) dia(s); o que é banal; comum.

 

Quando um evento como o Oscar acontece, o mundo para por alguns instantes para prestigiar o glamour e significado artístico que ele concebe. Neste ano, para surpresa da plateia e da audiência, tivemos ainda um espetáculo à parte no que tange a temas políticos. Questões como o tratamento dado aos imigrantes e as desigualdades racial e de gênero revolucionaram os insossos discursos de agradecimento.

O efeito midiático desse levante foi quase que instantâneo. Em segundos houve um verdadeiro bombardeio de manchetes gritando em prol das tais causas sociais. É uma cadeia de curtidas, marcações e compartilhamentos, que forma pequenos exércitos, ressuscita militantes e resgata as estatísticas de desastres passados.

Ao encarar essa vitrine de notícias, algo martela compulsivamente meus pensamentos: houve algum momento outrora em que as desigualdades deixaram de existir ou as guardamos no cotidiano e a elas nos adaptamos?

Penso e encontro nesta interrogação o valor de termos levantado bandeiras de equidade em uma solenidade de alto prestígio, pois há nela um poder intrínseco de revolver a banalidade da rotina e com um escarro, nos devolver à face uma sociedade que ainda precisa ser fortalecida e reconstruída.

O porém da história é a espera pelo próximo convite de acesso à alta cúpula de cerimônias, em que, talvez, teremos novamente expostas as nossas marcas do dia a dia. E fica, na verdade, um desejo de que quando a mídia silenciar os seus gritos, ainda sobrem ecos suficientemente fortes que mantenham firmes as vozes.

 

Mãe solteira, e daí?

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Acabo de sair surpresa de uma reunião da escola. Colégio tradicional, católico.
Sábado ensolarado, levantei cedo, me arrumei e acordei as criaturas. Tinham me falado que a reunião era às 10h.  Ainda bem que sempre desconfio e resolvi ligar para a escola. A reunião era às 9h e …. já eram 9h. Coloco as criaturas no carro e saio igual a uma doida, sem tomar o café da manhã com o qual já estava sonhando desde cedo. Lógico que sempre me irrito saindo da garagem, pois não consigo manobrar direito. Enfim, cheguei esbaforida no auditório cheio, com cara de quem foi na balada no dia anterior.

O professor de religião fala sobre família,  valores, ajuda a comunidades carentes, enfim, aquele papo católico de escola católica.  De repente, uma mãe se levanta: “Professor, antes do senhor continuar falando de valores de família, queria colocar uma coisa. Eu sou a mãe da Gabriela, ela tem 3 anos. Eu sou solteira e a adotei há 2 anos. Aqui vocês falam de família com pai, mãe e filhos, da história da sementinha e outras coisas. Só que lá em casa não tem nada disso. Ela não é minha sementinha. E sempre me pergunta cadê o pai dela e a única coisa que consigo responder é que quando achar um pai bem legal para ela, ela terá um. Como a escola irá tratar isso?”

Todos aplaudiram essa mulher corajosa. Sim, no meu ponto de vista ela é muito corajosa. Eu sempre tento disfarçar a não presença do pai nas minhas idas a escola. Afinal, o que poderão pensar de mim?

Para minha surpresa, o professor respondeu: ”Muito linda a sua pergunta.” Novos aplausos. “Aqui pregamos os valores de família,  não importa como é essa família.  Você e sua filha são uma família.  Aqui tem famílias de todos os tipos, pai com filhos, mãe com filhos, mãe e pai com filhos, pai com filhos de outra mãe,  mãe com filhos de outro pai, pai e pai com filhos, mãe e mãe com filhos. Toda formação é uma família.  Respeitamos as diferenças.  Respeitamos e valorizamos as diferentes visões de mundo.” Um pouco depois acrescentou algo maravilhoso para quem sempre procura o diferente e novas formas de ver o mundo. “Me assusta mais uma família que lê apenas um jornal do que uma família que não lê.” Novos aplausos.

Fiquei aliviada e muito emocionada. Acho que o mundo já começou a Solteirar!