São Paulo: a mãe Sampa

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Do aspecto frio e sem vida

Dos edifícios de concreto

Surge forte e destemida

A alma cheia de afeto

 

Alma de cidade forte

Encontram-se pessoas diversas

Na mistura de vida e morte

Em longas noites de conversas

 

O dia amanhece cinza

A tarde cai já sombria

Mais ainda há quem sinta

Na garoa uma alegria

 

A noite chega mais tarde

Mas a cidade não para

A moçada faz alarde

A rua aos vadios ampara

 

Sampa é assim não tem jeito

Cidade de luz e magia

A todos acolhe no peito

Como a mãe acolhe a cria

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2 COMMENTS

  1. São Paulo, a cidade que parece assustadora pode se revelar acolhedora? Mesmo com toda essa crise? Que nossa cidade se recupere disso tudo…

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