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Disseram-me que eu sou feminista… Será ?

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“…lá vem você com este discurso feminista…” diz um dos meus amigos, após eu me irritar com mais uma daquelas brincadeiras machistas. O tema da vez era: “Mulher precisa entender que os homens têm mais necessidade de sexo que as mulheres; logo, o homem precisa dar uma volta fora do relacionamento.”

Minha resposta foi: “Não vejo problema algum, desde que esteja claro para sua mulher e ela também tenha o mesmo direito. Pode ser uma forma de relacionamento. Se funcionar para vocês, se vocês estiverem felizes, acho ótimo!”  Em seguida sou fulminada pelo olhar revoltado do senhor de mais de 60 anos, amigo convidado por outro amigo para nosso happy hour. Naquele momento achei que ele iria me bater! Também veio aquele coro: “Caraaaa, você é louca!!!”

Vou lhes dizer porque não me considero feminista. Não luto pelos direitos de igualdade das mulheres em relação aos homens, acredito na igualdade de gêneros, independente de raça, cor, religião, origem, etc. Não sei se existe um tipo de movimento que descreva isso, acredito nas vantagens das diferenças.

As pessoas, de modo geral, não são iguais em força, compreensão, visão, experiências, imagine quantas diferenças existem em constituições de DNA diferentes. Mas, a união das diferenças nos dá a oportunidade de sermos melhores como ser humano.

Sem falar no lado divertido e sexy entre as diferenças. Adoro colocar um vestido justo e ver os olhares de desejo no sexo oposto, se não forem desrespeitosos e nã o julgarem a minha inteligência por estar gostosa, me faz sentir desejada e eu gosto disso!

Também considero que as pessoas tem habilidades diferentes. No caso, um homem poderá ser um pedreiro melhor que eu simplesmente porque tem mais força física. De forma alguma vejo problema nisso. A sensação de virilidade em pregar um prego ou trocar um pneu talvez seja igual a minha sensação de ser a mulher mais sensual do mundo ao colocar um scarpin salto agulha.

Se eu pudesse levantar um brinde com todas vocês, no meio a esse caos de irresponsabilidade com a vida, seria em nome da Tolerância. Viva às diferenças humanas!

Gosto de fazer coisas de “Mulherzinha” porque na verdade não estou preocupada com o preconceito que possa existir em ser branca, mulher, brasileira, quarentona (ainda…). Quero preservar a minha felicidade e vou seguir minha vida, mas toda vez que eu vir uma injustiça, independente a qual gênero pertença a vítima, irei soltar o meu verbo a favor de uma sociedade mais justa e de uma vida melhor!

 

 

Ai… Cozinhar só para mim não dá! Dá sim!

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Cozinhar pra uma pessoa sem desperdício é um desafio que não começa na cozinha. Começa antes de fazer a lista de compras! Você precisa antes de tudo planejar sua semana.

Vou jantar e tomar o café da manhã todos os dias da semana? Vou chegar em casa muito tarde amanhã e não terei tempo de preparar? Sim, meninas, a primeira coisa é conhecer a sua rotina para fazer um “estoque” pequeno e útil.

As vantagens de cozinhar para si mesma são muitas: saúde, economia e liberdade. Saúde, porque você escolhe os melhores ingredientes, na quantidade certa para você. Com isso você economiza muito!, Você verá aqui o custo de um cafezinho e não vai acreditar na diferença, já adianto. E liberdade! Hoje você depende de restaurantes, delivery, comida congelada, sanduíches, ou comida da casa dos seus pais…

Se você não tem tempo de cozinhar todos os dias (geralmente ninguém tem) o segredo é fazer um bom preparo e cuidar da validade do estoque da sua geladeira. Eu moro sozinha há uns 18 anos e sei bem como é esse dilema. Já joguei muita comida fora e já tive que sair tarde da noite para comprar água porque tinha acabado (rs).

Saber cozinhar é para quem quer comer bem e barato!

 

Gostou? Essa foi a nossa introdução. Nos próximos meses teremos 4 encontros. Para não perder o costume, te mando o planejamento:

1- Cozinhar só pra mim – Cafézinho

2- Cozinhar só pra mim – Jantar/Almoço Básico: arroz , feijão, salada, tiras de
carne com cebola, frango, molho de tomate, macarronada

3- Cozinhar só pra mim – Café da manhã Básico: frutas, suco, ovos mexidos, bolo
pra mim, tapioca, crepioca

4- Cozinhar só para mim – Planejamento semanal: mercado, estoque, prepraro,
exemplo de cardápio para uma semana.

 

Se quiserem mais dicas, me acompanhem no Instagram @prabellas. Até a próxima!

 

O amor vence

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O amor próprio vence:
A Tristeza,
A Depressão,
A Doença.

O amor incondicional vence:
O Tempo,
A Distancia,
O Cansaço.

O amor de coração vence:
A Guerra,
O Preconceito,
O Terror.

O amor pelo outro vence:
O Ciúme,
A Carência,
A Solidão.

O amor é capaz de construir riqueza, de gerar vida, trazer felicidade. Se você estiver envolvido em qualquer tipo de amor que não lhe traz nenhum sentimento bom, tenha certeza, o que você está vivendo é ilusão

Amor vs. Diferenças: o confronto que nunca acaba

Imagine a seguinte situação: você conhece uma pessoa muito diferente de você (gostos, pensamentos, crenças, rotina e tudo mais que queira incluir na lista) e ainda assim se apaixona por ela.

Qual é o erro dessa sequência?

Durante muitos anos eu tentei viver meus relacionamentos fora dos clichês, das regras usuais, dos ditos populares. Queria alocar minhas relações fora da expectativa mediana de como ser e como viver.

Passei a gostar das entrelinhas, dos namoros não oficializados, de relações sem expectativa de compromisso, sem cobranças e com bastante oxigênio. O que eu buscava era a partilha de afinidades, a troca de conhecimentos, o aprendizado com a experiência do outro e, confesso, um pouco de paz.

As relações desfizeram-se. A maioria de forma tão natural que nem houve necessidade de alinhamentos. Sempre entendi como um prazo de validade apesar da tristeza do fim.

No entanto, uma regra ainda me restava: relacionamentos não sobrevivem entre diferentes.

– Não?

– Não.

Quando proferi essa resposta, o que eu imaginava era todo o esforço que uma relação exige, sendo redobrado para mantê-la. Imaginei as opiniões que deveriam ser ditas de forma mais delicada ou as diversas brigas a serem superadas caso isso não fosse feito. Imaginei uma lista de supermercado sem consenso. Imaginei shows solitários e livros de um único dono. E, mesmo assim, me apaixonei.

Perceber esse estado fez com que eu me questionasse: vale a pena me antecipar a todas essas frustrações futuras e por um fim à sequência de encontros aos fins de semana ou realmente devo insistir?

Hoje não sou o suficiente para tomar uma decisão consciente, baseada em argumentos, fatos e números. Na verdade, fiz uma aposta em um jogo de azar. Talvez eu esteja errada, mas optei por trocar de estante. Quero receber bem os novos livros que virão – na esperança de que também se deixem estar.

Angelina se separou. E eu com isso?

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Primeiro Fátima Bernardes e Bonner. Depois Angelina Jolie e Brad Pitt. Agora Fernanda Gentil com a namorada. E o que eu tenho com isso? Nada.

Fico me perguntando porque notícias como essas, se é que podemos chamar de notícias, geram tanto Ibope, tanta repercussão e comentários. Tento achar a primeira resposta: “Estamos falando de pessoas públicas, pessoas famosas onde uns e outros, de algum modo, um dia tenha se inspirado no amor sereno e apaixonante que eles tinham”. Mas logo depois me recuso a aceitar tal resposta. Por que não nos inspiramos também em tantos casos ao nosso redor? Aposto que você, assim com eu, tem um casal de tios ou avós ou até mesmo seus pais que sirva como a inspiração amorosa muito mais autêntica e sincera do que a de famosos.

Então me surge uma segunda tentativa de me convencer que faz sentido toda essa curiosidade e paparicação sobre esse tipo de notícia: ” É a notícia do momento, todos estão falando, logo preciso estar antenada e participando das redes sociais. Preciso ter uma opinião sobre isso” . Mas esse convencimento dura pouco também. Logo percebo que definitivamente não preciso e não quero estar antenada nesse tipo de assunto. Assunto inútil para humanidade. Assunto sem valor educacional. Fofoca pura sem nenhum aprendizado. Prefiro ser desatualizada. Prefiro ficar de fora das redes sociais e suas “notícias”.

“Mas o povo gosta de fofoca”. Será mesmo que gosta?. Então por que não fofocamos sobre assunto sério? Que tal discutir e opinar sobre assuntos e projetos do Governo que servirão para garantir nossa aposentadoria, a reforma do ensino de nossos filhos? Por que não debatermos juntos as questões dos refugiados sírios?

Não. Não discutimos e nem fofocamos assuntos difíceis. Cheguei à conclusão que não se trata do povo gostar de fofoca ou gostar de bisbilhotar a vida de famosos. Pois fofoca pode ser sobre qualquer assunto. Trata-se de ignorância mesmo.

Ignorância no sentido mais etimológico da palavra: da falta de educação, da falta de preparação do nosso povo. Então, como falta conhecimento para debater assuntos mais importantes (alguns dirão que são assuntos chatos), nos limitamos a essas “notícias” de revistas baratas e de fácil leitura.

Uma pena. Pois há tantas notícias, tantos assuntos gostosos de se debater e opinar. Mas a gente continua nessa onda de Caras, Contigo e programinhas da tarde ancorados por fofoqueiros de plantão, que se entitulam jornalistas.

 

Separei-me. E agora como ficam nossos filhos?

O dilema que muitos pais enfrentam é a decisão de manter um casamento fracassado por causa dos filhos ou se separar e quebrar o castelo que haviam construído para os pequenos.

O primeiro aspecto a ser levado em consideração é que um casamento onde não há mais respeito, onde os pais não se suportam mais, onde o amor não é mais um elo ou ainda em casos mais grandes há violência doméstica física ou emocional, pode ser ainda mais prejudicial para os filhos que a própria separação.

Em caso da decisão pela separação, vale lembrar que o casal não existe mais, porém os pais são eternos. Não existe ex-pai ou ex-mãe. Portanto, o mais importante é a manutenção dos vínculos emocionais com os filhos. A figura paterna é tão importante quanto a figura materna na formação de um adulto emocionalmente saudável.

Por vezes é difícil enfrentar a situação, pois em alguns casos as circunstâncias da separação geram mágoas ou até traumas para os adultos envolvidos, mas vale lembrar que as crianças não merecem sofrer com isso.

Já presenciei casos em que a criança passa a se perceber como um empecilho na vida do ex- casal, que não queriam ter que continuar se falando e possuem um eterno tema para conduzirem juntos. Dependendo como os pais conduzem a situação, a criança pode se ver como sendo um transtorno na vida deles.

Outra situação é quando um dos lados não aceita a separação e se recusa a falar com o outro ou até estar no mesmo espaço. Imaginem filhos que precisam decidir se vão comemorar o aniversário com o pai ou com a mãe, ou que ficam tensos em pensar que os dois estarão em uma festa de formatura.

Não esqueça que em caso de falecimento de um a criança passa a conviver com o outro. Portanto, não ressalte os defeitos do outro, falando mal dele para amigos ou parentes na frente de seus filhos. Em uma eventual fatalidade, o filho pode perder um dos dois e não ter condições emocionais de se relacionar com o outro.

Por vezes é necessário uma ajuda profissional para encarar essa fase. São tantos sentimentos envolvidos que o casal pode, por melhor intencionado que esteja, acabar por não interpretar corretamente as mensagens dos filhos ou tomar atitudes para suprir a culpa da separação que possam prejudicar o desenvolvimento da criança, como a super proteção ou excesso de presentes.

Ouçam seus filhos, tentem se relacionar de forma cordial com o seu par e sua família. Procurem tratar a situação com naturalidade, pois hoje a sociedade trata isso como uma situação normal.

Lembre-se que pais são para sempre e que as emoções que envolvem pais e filhos podem gerar adultos confiantes e felizes ou pessoas frustradas e infelizes; e isso não se trata de filhos com pais separados, mas do grau de respeito entre as famílias, estejam elas na mesma casa ou em outro país.