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Casamento só pra ter filhos?

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Ontem almocei com a Duda, minha amiga da época da faculdade, e tive um daqueles papos que ficam martelando na cabeça por dias.

– Eva, te falei que fui aceita em um curso de mestrado super legal na Espanha?

– Mesmo, Duda? Que legal! E você vai quando?

– Infelizmente acho que não vou conseguir ir. Esse ano estou sem grana e a partir do ano que vem as coisas se complicam.

– Complicam como? Por que não tentar ano que vem?

– É, Eva, você sabe como é, né? Daqui a pouco eu caso, tenho filhos, fica muito difícil viajar assim.

– Ué, Duda, não sabia dos seus planos de casamento em um futuro tão próximo!

– É…. eu não tenho. Por mim, eu nem casaria, mas a pressão do Eduardo e da família está difícil de aguentar. Ele já tem 27 anos e quer ter filhos antes dos 30 anos. Se eu não for à Espanha este ano, não poderei ir nunca mais.

Demorei alguns segundos para me recuperar do meu estado de choque e troquei o assunto.  Estou desde ontem com esse tema na cabeça. Me coloco no lugar dessa menina. Pode até ser que eu queira casar um dia, mas vou querer um marido que só quer se casar por pressão?  Como  assim? Quer dizer que casamento é obrigação a ser cumprida? Que tem um tempo certo para casar só para poder ter filhos e que devemos abandonar toda e qualquer vontade em prol desse afazer? Não tem nada de errado em querer casar, mas fico angustiada com essa sociedade que força seus jovens a uma vida matrimonial indesejada, simplesmente para atender essa expectativa de vida.

Na minha visão, aliança não equivale à estabilidade, segurança ou felicidade, e que, para se casar, é preciso que os dois parceiros sintam que o casamento é a melhor forma de dar continuidade na relação. Tenho meus sonhos, objetivos e, se um dia eu quiser um casamento, espero que ele me queira também. Bom, é isso que eu penso. E você?

 

Cinderelas e príncipes no século XXI

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A artista canadense Dina Goldstein produziu um trabalho fotográfico em que expõe seu sentir de como seria a vida das princesas depois do “felizes para sempre”.
http://www.fallenprincesses.com/photos/

Confesso que ver esse trabalho publicado foi a minha singela e discreta vingancinha a todas as princesas que nos bombardearam a infância com a ideia de que um dia chegaria um Príncipe, cheio de encantos, com o pacote completo da nossa felicidade, pendurado no cavalo branco. E pior, só se a gente sofresse muito antes; e ainda essa seria a única fórmula conhecida do “felizes para sempre”.

Eu, de minha parte, preferia as super-heroínas, como a Mônica, dentuça e sabichona, e a Sissi (aquela imperatriz austríaca, que odiava ser princesa e a hipocrisia da corte, e que eu conheci assistindo num só dia a trilogia dos filmes de sua vida, depois do meu primeiro pé na bunda do “grande e eterno amor da minha vida toda aos 16”). Mas, com o bombardeio de cinderelas em nossa cultura, as princesas e príncipes encantados não passam despercebidos por ninguém.k

Só muitas sessões de terapia depois é que compreendi a importância que tiveram na formação do meu caráter. Eram “o meu inimigo necessário” . Elas representavam tudo que eu não queria pra mim e que Dina expõe muito bem em suas fotos. O que vem depois do “felizes para sempre?”.

Eu quero ser titular exclusiva dos contornos dos caminhos da minha vida. A minha felicidade está exclusivamente em minhas mãos; me orgulho imensamente das minhas conquistas pessoais e profissionais e, por isso, não aceito pacotes prontos e fechados de “felizes para sempre”. Abracei a ideia do “antes só, do que mal casada”. E o meu príncipe, apesar de também ter sido criado por princesas encantadas e assistindo Superman, também já questionou tudo isso e quer uma relação que some (pois não está atrás da “outra metade”; ele é inteiro também). Estamos construindo juntos as regras da nossa casa financiada, porque as dos nossos pais não nos servem mais, pois como disse Fernando Pessoa,  “para viver a dois antes é necessário ser um”.

Convidada: Carina Bicalho

Hollywood não me representa

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Sara reúne, aparentemente, grande parte dos atributos que a enquadrariam na “categoria” de “mulher bem sucedida”: é charmosa, independente e tem uma carreira apreciável. Contudo, por trás da camuflagem de sucesso, revela-se a tragédia capital: ela não é casada. Logo, sua única esperança é renunciar todas as suas mais desprezíveis ambições pessoais e profissionais para tornar-se merecedora do único “final feliz” existente: encontrar seu “grande amor”. Ao longo da trama, a protagonista ainda enfrentará a fúria de rivais infatigáveis (mulheres, evidentemente), descobrirá seu lado doce, feminino e atrapalhado e, finalmente, conseguirá se casar… E um casamento em alto estilo, com direito a festa inesquecível e convidados chorando copiosamente por todos os cantos. Afinal, o casal será abençoado com a profecia divina de “felizes para sempre”.

Esse é, para a agonia da sétima arte, um dos mais desgastados roteiros hollywoodianos da atualidade, com pequenas variações aqui e ali…

Se encarássemos esse festival de infantilidade (até “Cinderela” da Disney me empolga mais), estupidez e moralismo barato poucas vezes, até seria divertido. O problema é que transformaram essa fórmula “universal de sucesso de bilheteria” em religião. De distração medíocre a padrão esperado de conduta feminina… Tudo isso só para justificar o não esgotamento comercial dessas tramas acéfalas. E uma mentira repetida à exaustão acaba virando verdade… Com muitas vítimas pelo caminho…

Como se todas as expectativas romantizadas e as ambivalências irreconciliáveis do “homo insatisfeito” pudessem ser amenizadas pelo cotidiano do matrimônio…

Como se as mulheres só se provassem admiráveis ao abdicar de seus sonhos para assumir seu papel como fêmea companheira e procriadora…

Como se o sacrifício da liberdade individual em prol do convívio entre dois mendigos por emoção pudesse dar significado à nossa existência miserável…

Como se a única virtude dos homens e, principalmente, das mulheres fosse encontrar um amor…

Como se o amor fosse imune à decomposição…

Como se o animal humano, justo ele, fosse inevitavelmente condenado a “ser feliz”…

Claro que as mulheres não são o único alvo desse moralismo indecente, mas são, certamente, o principal. Pelo menos as histórias dos heróis masculinos costumam ser mais criativas e tratar dilemas existenciais bem mais verossímeis e envolventes…

Não, obrigada!

Prefiro buscar o êxtase em aventuras repletas de adrenalina e em projetos mirabolantes. E sem a carga de responsabilidade pela vida alheia caso alguma das minhas loucuras dê muito errado.

Não me importo em desafiar a ojeriza da legião de zumbis que acredita nas histórias de carochinha de Hollywood. Declaro minha ambição em alto e bom som: pretendo acumular um repertório de feitos pessoais (alguns acertos e vários erros) que pode, eventualmente, me trazer satisfação no leito de morte. Também confesso minha completa incapacidade em me contentar com um relacionamento… Até porque meu combustível para enfrentar o exercício intenso da liberdade é justamente a paz em ficar sozinha.

Enfim, esse modelinho patético de pseudo-felicidade definitivamente não serve para aliviar o esvaziamento de sentido da minha existência… E, portanto, esses filminhos não me encorajam a desperdiçar nem cinco segundos do tempo que me resta. Se só tiver a TV como fonte de diversão e eles forem as únicas opções disponíveis nos canais de cinema, troco para o canal de esportes.

Se alguém insiste em contar alguns trechos desses blockbusters sobre a “alma feminina”, logo que chego em casa recorro aos clássicos (como o espetacular “Thelma e Louise”) ou a Almodóvar (especialmente “Volver”). Só para me desintoxicar…

E torço justamente para que a nova “geração” de heroínas valentes, poderosas e amantes da liberdade da Disney, algoz da desvalorização feminina por décadas, contribua para sepultar de vez todas as “Saras” (Cinderelas “atualizadas”) e essa brochante pasmaceira cinematográfica.

Como já disse minha amiga Eva em “Castelo de Sonhos”, “Let it go…” 

PS: Para quem que se infectou com a lembrança das piores comédias românticas, aqui vão algumas imagens para que você volte a acreditar que o cinema tem salvação…

SPAG Texto12 Foto Texto Interno 12.1 - #Thelma & Louise

2015_05_11_SPAG Texto12_Hollywood não me representa_Foto Texto Interno 12.2 - #Volver

SPAG Texto12 Foto Texto Interno 12.3 - #Elza _ Disney

MERIDA WALECZNA (BRAVE) 2012

Dica de Viagem – Mochilar pela Europa

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Tinha 20 e poucos anos e uma vontade incontrolável de explorar o mundo e viver uma grande aventura.

O dinheiro? Apenas economias nada significativas que guardei alguns anos como analista.

A decisão? Estudar e trabalhar 6 meses na Inglaterra e mochilar outros 6 meses pela Europa.

O resultado? Simplesmente a melhor coisa que fiz em minha vida!

Não necessariamente esta é a sua aventura. Você pode escolher outro lugar ou outro objetivo, mas o importante é, vez ou outra na vida, se aventurar. E, se você ainda não fez, pense em se programar para isso.

Assim que voltei desta expedição dos sonhos, mandei o email abaixo aos meus melhores amigos. Recuperei esta velharia (de 2002) porque há algumas dicas e um pouco da empolgação daquele momento. Bom proveito!

 

*** ALGUM DIA DO REMOTO ANO DE 2002 ***

Caríssimos conterrâneos,

Minha aposentadoria prévia e meu “banho de cultura” chegaram, infelizmente, ao seu “the end”… Snif! ;-(

Isso mesmo: depois de mais de um ano ouvindo os ingleses falando das Elizabeth’s, os holandeses se gabando de seu liberalismo, os belgas de suas 300 cervejas, os espanhóis de sua arquitetura, os italianos de sua arte, os alemães de sua organização, os suíços de seus relógios, os austríacos de sua música, os gregos de sua História, os escandinavos de sua “qualidade de vida” e os franceses (juro que este é o último…), de TUDO, volto – pasmem! – mais entendida em “Brasil” do que nunca!

O fato é que todo esse tempo fora me permitiu não apenas ver como somos vistos “lá fora”, mas, principalmente, comprovar como nos preocupamos mais em como os OUTROS nos veem do que em como nos vemos…

Mirem a Europa, por exemplo. Obviamente, eles têm orgulho de suas conquistas “internacionais”, mas, sobretudo, cada um deles, à sua maneira, tem orgulho (até exagerado) de ser inglês, francês, alemão…

Nós, por outro lado, só nos orgulhamos de nossa terra (e de nossos “feitos”) de 4 em 4 anos.

Mas atrevo-me a dizer que, depois de ter percorrido o velho continente e ter visto milhões de diferenças, percebi que, paradoxalmente, o mundo (pelo menos o ocidental) não é assim “tão” diferente. Eu sei… Eu sei… Talvez me arrependa disso quando voltar a ter medo de andar pelas ruas ou ainda ao rever o Rio Tietê…

Se você não concorda comigo, sugiro uma “passadinha” aqui pelas “Oropa”.

Se mesmo assim você continuar não concordando comigo, pelo menos terá experimentado uma das melhores coisas desta vida… Viajar pela Europa! Hehe!

Ou melhor: aproveitando minha triste fase de “retrospectiva”, vou tentar convencê-lo com a seguinte listinha…

 

AS AVENTURAS “IMPERDÍVEIS”

  • Correlacionar “in loco” História, Ciência, Arquitetura, Arte etc. e ficar feliz como uma criancinha…
  • Comparar os grandes gênios com seus contemporâneos e não apenas SABER que eles foram gênios, mas entender o PORQUÊ de sua genialidade.
  • Ver que até os grandes gênios fizeram grandes porcarias…
  • Ter altos papos com alguém que você nunca viu antes e que provavelmente nunca mais verá novamente.
  • Estrear Paris (e talvez a Europa) caminhando pelo Sena… Será, sem nenhuma dúvida, a caminhada da sua vida.
  • Perder-se de bicicleta em Amsterdam.
  • Comer paella e fazer uma “siesta” no magnífico Parc del Retiro em Madri.
  • Beber cerveja em canecão e comer bretzel com patê no mercado da praça central de Munique.
  • Espalhar piadas dos Argentinos pelos 4 cantos do planeta.
  • Pisar na faixa de pedestres na Suíça e ver os”Mercedões” parando para você atravessar… Hehehe! (PS: Pelo amor de Deus, não tentem isso na Itália!)
  • Ficar um ano sem celular.
  • Passear de trem na Suíça (comendo chocolate suíço, é claro!).
  • Fazer trekking em Zermatt (no verão, evidentemente).
  • Ver neve.
  • Ver com os próprios olhos como a Guerra Fria (ou o fim dela) contribuiu para transformar Berlim na capital mais “americana” de toda a Europa.
  • Ser muito bem tratada em restaurantes latinos porque acham que você é inglesa…
  • Passear pelos maravilhosos parques de Londres.
  • Ir aos melhores museus do mundo.
  • Passear de balsa ou navio pela Grécia.
  • Curtir os pubs de Sevilha e Dublin.
  • Tomar café da manha na Alemanha.
  • Almoçar na Espanha.
  • Jantar na França.
  • Fazer tudo isso na Itália.
  • Beber vinho na França e na Itália.
  • Tomar cerveja na Alemanha…
  • Tomar sorvete na Fontana di Trevi.
  • Subir no topo de todas as catedrais que você encontrar e ver as cidades de cima.
  • Andar por este mundão de Deus ouvindo sua trilha sonora predileta…
  • O Matterhorn.
  • O Parthenon.
  • A Torre Eiffel.
  • A Ópera de Paris.
  • A Ópera de Barcelona.
  • A Sagrada Família.
  • A Guernica de Picasso.
  • O David de Michelangelo…

 

O CUSTO DA COISA (afinal, nem tudo é festa)

  • Dormir muito pouco ou quase nada (afinal, você quer fazer tudo que tem direito, curtir as baladas e ainda fazer o “checkout” no dia seguinte e pegar o trem).
  • Carregar a mala (mesmo que ela tenha sido elaborada no melhor estilo “econômico”).
  • A grana que você vai gastar… Não dá pra se enganar: a Europa é realmente caríssima, mas dá pra fazer uma puta viagem com custo “diário” (hospedagem, alimentação, atrações e transporte dentro das cidades) de cerca de €80 por dia, desde que você fique em albergues,busque fazer refeições baratas (inclusive comprando comida em supermercado) e utilize transporte público. Vale lembrar que saber aproveitar bem o Eurailpass (que tem desconto pra quem tem até 25 anos ou é residente da União Europeia) e os voos econômicos também podem lhe render ótimas economias.

 

AS DECEPÇÕES

  • Ter conhecido mais americanos viajando pela Europa do que ingleses morando em Londres.
  • Descobrir que eles preferem os argentinos.
  • Receber um “ah… essa eu vi na internet” de um”estrangeiro” depois de ter contado uma piada que você considerava legítimo produto nacional.
  • Observar que a tradução universal da palavra “brasileira” não é “natural do Brasil”, mas sim”natural da zona de putaria”.
  • Ter encontrado quem não gostou de Paris.

 

AS MELHORES CIDADES

Bem, infelizmente, esta lista é inevitável. Todos perguntam. Fiz um primeiro rascunho, mas já aviso que está sujeito a alterações ilimitadas…

  1. Paris
  2. Firenze
  3. Amsterdam
  4. Barcelona
  5. Zermatt (afinal, a Europa também é um vilarejo à beira dos Alpes…)

Hum… Bem, acho que aumentarei a lista… Afinal, onde estão Veneza, Granada, Estocolmo, Viena, Praga, Londres?…

 

Ah, Londres…

A cidade que não é liberal nem charmosa como Amsterdam…

A capital do país que praticamente não foi assim tão original em Artes Plásticas.

A cidade que abriga o mundo em seus museus e atrás de seus balcões, mas que, silenciosamente, gostaria de se ver livre do mesmo mundão que caminha em suas ruas.

A cidade dos tablóides irritantes.

Londres que definitivamente não é Paris.

Mas teve Pink Floyd, Beatles, Queen e o melhor rock’nroll deste mundo.

E foi capital do Império Britânico.

E do país de Shakespeare.

Essa cidade é realmente um mistério…

Se um dia puder, incorpore o “Sherlock Holmes”, venha pra cá e veja que talvez não seja mera coincidência o fato de Francis Bacon (aquele pintor que retratou homens atormentados confinados em redomas de vidro) ser inglês.

É… Como vocês estão notando, a lista já foi alterada…

 

 

Algumas dicas que podem ser úteis:

ITEM DE VIAGEM DICA GERAL
REFERÊNCIAS
Viagem de trem Em minha visão, viajar de trem é a melhor opção na Europa. Mas tudo depende de seu plano de viagem. Para mochilar em vários lugares diferentes de uma só vez,não deixe de considerar comprar o Eurailpass (o mais conhecido) ou seus equivalentes. Cuidado: nem sempre esta é a opção mais barata…
Viagem de avião Especialmente se você não estiver na alta temporada e seu plano de viagem tiver poucas paradas, viajar de avião pode ser a melhor opção. Das companhias aéreas mais baratas da Europa, verifique sempre os preços da EasyJet e da Ryanair.
Hospedagem Os albergues são a melhor opção pra quem quer economizar. E o melhor caminho é procurar através dos portais de busca de hospedagem. E, se a grana estiver bem apertada e você quiser ficar mais tempo, vale se aventurar no couchsurfing, não?
Atrações e dicas gerais Para saber o que fazer em cada cidade, use e abuse dos melhores guias. Aqui está uma seleção de alguns, mas a internet é repleta deles! Pesquise tudo que puder, mas sempre deixe um tempo para a “flexibilidade”. Afinal, você pode se surpreender com algum lugar e querer ficar mais tempo…
O custo da coisa E, pra quem quiser saber um pouco mais sobre quanto economizar de grana, vale conferir as dicas ao lado…  Obs: Os custos podem variar muito por país ou por cidade!
Viajar sozinha… Se você ainda tem medo de viajar sozinha, perca seus medos se planejando! E lembre-se: a Europa é bem segura no geral (especialmente para nós brasileiras, que sabemos nos virar)… E o melhor primeiro passo antes de conquistar o resto do mundo…

 

Solteirando pelos sabores da Ásia em comemoração às 100 mil curtidas

O Solteirar comemorará com suas fãs em São Paulo a marca de 100 mil seguidoras(es) Solteirando pelos sabores da Ásia!

 

QUANDO? Quinta-feira 14/05, a partir das 20h00.

ONDE? No Restaurante TOMYAM, em São Paulo (Rua José Maria Lisboa 1065, Jardins).

  • O restaurante Tomyam serve pratos típicos do sudeste asiático, além de fusões com as culinárias andina, indiana e francesa. Tomyam é o nome de uma sopa tradicional tailandesa. Com raízes em Curitiba, o Tomyam São Paulo reúne um conjunto de atributos que vão do ambiente à cozinha, sem esquecer do atendimento. O salão, sofisticado e confortável, com som ambiente, possui toques de irreverência que gratificam os frequentadores com um clima descontraído e único.
  • http://www.tomyam.com.br/
  • Para conferir o mapa do restaurante, clique aqui.

 

QUANTO? Apenas R$ 65,00 por pessoa no cardápio especial (sem bebida e com comanda individual):

  • preço promocional para a comunidade Solteirar;
  • pagamento no dia do evento diretamente ao restaurante;
  • vários cartões de crédito são aceitos (Visa, Mastercard, Diners e AMEX) e
  • o restaurante oferece serviço de manobrista.

 

O cardápio especial para a comunidade Solteirar inclui couvert, entrada, prato principal e sobremesa (não inclui bebida) e é o seguinte:

1.   Couvert: pão indiano na wok com molhos de iogurte, pimenta doce e curry de amendoins com leite de coco;

2.   Entrada: Satay Kai – espetinhos de frango grelhados, finalizados com curry de amendoins e leite de coco;

3.   Pratos Principais: uma escolha dentre 3 opções:

  • Nasi Goreng – tradicional prato indonésio feito com arroz, cubinhos de mignon suíno, legumes al dente e castanhas de caju salteados na wok,
  • Koh Tao – cubinhos de mignon bovino salteados na wok com gengibre, abacaxi, moyashi, molho de ostra e manjericão fresco, acompanhado de arroz de Jasmine, ou
  • Curry Verde de Frango – com leite de coco, notas cítricas da raíz de capim-limão e folhas de lima kaffir, acompanhado de arroz de Jasmine com fatias de manga.

4.   Sobremesas:

  • Thai brownie de chocolate meio amargo com lichia em calda e sorvete, ou
  • Thai brownie de banana passa, chocolate branco e sorvete.

 

Venha Solteirar e se divertir muito conosco!

AS VAGAS SÃO LIMITADAS!

Para se inscrever, é só acessar nosso formulário de inscrição. As inscrições vão até 10/05! Aproveite!

E, se não puder desta vez, aguarde os próximos eventos do Solteirar!

 

De filha para mãe

 

Um dia te vi chorar
Brinquei, pulei e gargalhei
Só para te agradar

Um dia te vi sofrer
Bater, esconder e correr
Para eu sobreviver

Por anos te vi lutar
Briguei, busquei e errei
Só para te completar

Por anos te vi viver
Escolher, permanecer e obedecer
Para me ver crescer

Sempre te vi amar
Cresci, vivi e aprendi
Só por te contemplar

Sempre te vi envelhecer
Conter, fazer e dizer
Para eu amadurecer

Hoje vivemos e cantamos
Sorrimos, brincamos e dançamos
Só para dizer uma para outra
O quanto nós nos amamos