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Coaching para Mulheres – Núcleo Pluri

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Para quem está interessada em iniciar um trabalho de coaching, o Solteirar recomenda conhecer o Programa “Despertar da Mulher” do Núcleo Pluri.

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Como melhorar a comunicação

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No mundo corporativo, comunicação é mais que um ato, é uma arte que lhe garante empregabilidade e promoção. Seguem algumas dicas publicadas na revista Você S/A – edição 195 para facilitar seu dia a dia na condução da rotina de suas funções profissionais e que também podem ser aplicadas em seus relacionamentos familiares, afetivos e de amizade.

  1. Tenha uma meta: deixe claro o assunto que irá abordar.
  2. Inclua seu interlocutor: use sempre o pronome Nós.
  3. Mantenha o respeito: “Fale com a pessoa, não para a pessoa”*.
  4. Pergunte mais: faça perguntas para garantir que entendeu a situação.
  5. Escute de verdade: não formule respostas mentalmente antes de terminar de ouvir a explicação do outro.
  6. Fique atento ao tom: “Evite o sarcasmo e a ironia”*.
  7. Cuidado com a linguagem corporal: o seu corpo expressa sua opinião. Procure manter um equilíbrio entre gestos e palavras.
  8. Faça críticas objetivas: foque na atitude inadequada, evite falar sobre a personalidade da pessoa.
  9. Argumente com exemplos: para abordar situações mais difíceis apresente fatos ocorridos.
  10. Use “e” em vez de “mas”: inclua sua sugestão utilizando “e”, pois o “mas” poderá soar como uma crítica.
  11. Não fique na defensiva: explore as diferenças através de perguntas.
  12. Saiba ficar em silêncio: o silêncio ajuda o entendimento e formular uma melhor argumentação.
  13. Pratique a empatia: ver a situação do ponto de vista do seu colega poderá ser útil para resolver uma questão.

* Reinaldo Passadori, especializado em educação corporativa.

Coisa de Brasileiro

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Se tem uma frase que mexe com meus brios, desde muito tempo (e ainda mais agora que estou fora do Brasil), é a famosa frase “isso é coisa de brasileiro”, falada sempre de boca cheia por muitos de nós, brasileiros. Eu faço questão de substituí-la prontamente para “isso é coisa de gente” e gente é capaz de coisas boas e ruins.

No Brasil, por exemplo, existem muitos crimes (impunes ou não) com morte, mas não é porque matar é “coisa de brasileiro”. Eu sou brasileira e nunca matei ninguém, mesmo conhecendo a impunidade que presenteia muita gente do mal ou sem estrutura. Não tenho essa “pegada” e sou totalmente contra a violência gratuita.

Mas não estou aqui pra falar de crime ou de morte, mas de curiosas “coisas de brasileiro” cotidianas, que são vistas aqui no Vale do Silício – (Califórnia – EUA), – vulgo primeiro mundo:

• Aqui você vê carrinhos de supermercado largados em cada esquina, pois as pessoas levam as compras nos carrinhos e largam na rua, bem longe de onde tiraram. Seria a falta de educação uma dádiva de nós tupiniquins?

• Ninguém dá passagem no trânsito. Entre por engano numa faixa de conversão e dê seta pra sair: as pessoas não vão te dar a mínima atenção. Faltam boa vontade e compreensão somente entre nós, reles mortais da América do Sul?

• Dia desses, vi uma mulher de com seus 25 anos, entrando no elevador com algo que me parecia um pijama de bichinho, mas era um macacão com um rabo. Sim, um rabo! Ela não saiu assim porque queria passar despercebida, muito pelo contrário, mas querer aparecer é “coisa de brasileiro”.

• Outra mocinha bonita, de cabelos lisos e olhos puxados, perto de seus 30 anos, andava de carro com um enorme panda inflável no banco do passageiro. Queria passar desapercebida ou inibir um sequestro relâmpago, mostrando sua inflável companhia?

• Como já contei no meu perfil pessoal no Facebook, ao chegar em casa dias atrás aqui na América, ao chegar em casa, havia uma luxuosa Mercedes Benz estacionada em nossa vaga, que é demarcada. No meu conceito, o indivíduo que fez isso é um folgado. Desconfio fortemente de sua não brasilidade, pois havia uma estátua de Shiva em seu carro e usar estátua de Shiva, o que é bastante comum por aqui, mas não me parece “coisa de brasileiro”, apesar de toda a nossa diversidade.

• Vira e mexe encontro a molecada, adolescentes em geral, andando na rua, no trem e compartilhando o som do IPod ou celular com todos que por ali passam a sua volta. Mas DJ do busão não é só no Brasil?

• Fui fazer um teste com uma professora nativa, para ter aulas particulares. Durante nosso papo de meia hora, cujo objetivo era avaliar minha fluência e identificar minhas necessidades, ela falou mal de ao menos 2 alunos estrangeiros. Seria essa fofoqueira, uma brasileira disfarçada de americana?

• Na hora do rush, vejo um carro esperando para sair de um estacionamento. Sua ideia era atravessar todas as pistas sobre a faixa contínua, o que é proibido aqui também, mas antes de fazer sua manobra, ele abriu a porta do carro e jogou seu lixo no chão. Brasileiro esse mal educado, só pode ser!

• Fomos numa festa super bacana em São Francisco no Reveillon. Como estava muito frio, fui de calça e casaco, mas para surpresa dessa brasileira, 95% das mulheres estavam de micro-saias-justas-de-se-ver-o-útero. Me senti uma vovó e me arrependi de não ter levado meu tricô.

• O lixo reciclável do condomínio é muito frequentando por enormes coxas de frango previamente devoradas, colocadas ali sem embalagem, em ambiente aberto mesmo. Seria “coisa de brasileiro” reciclar coxas de frangos e dividir o visual nojento com os vizinhos?

Mas não pensem que as coisas são ruins aqui. Muito pelo contrário! A infraestrutura é excelente, cervejas boas são muito mais baratas que no Brasil, assim como vinhos e espumantes, mesmo quando importados. Trabalha-se muito menos horas que no Brasil e os poucos brasileiros com quem tenho contato saem do trabalho pontualmente às 17h. Aqui existem ciclovias de verdade, e não faixas pintadas de vermelho pra dizer que existe espaço para os ciclistas. Parques, parques e mais parques é o que mais se vê nessa terra, o sonho de qualquer paulistano.
E o melhor: a segurança aqui é infinitamente maior e melhor do que no Brasil! É claro que não é 100% seguro, pois pessoas vivem aqui e, onde há gente, há problemas.

Tetê, Sunnyvale – California

Pelo impeachment ou não? Eis a questão!

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Hoje, 15 de março de 2015, é um dia que pode entrar para a História. Mas será mesmo?

No ar, a mais leve brisa causa-nos um arrepio instigante com a iminência do despertar do gigante (especialmente depois do barulho das panelas no último domingo). Estamos à beira de uma das maiores manifestações públicas de que nossas ruas já foram palco? O povo (sim, ele mesmo!) será o protagonista de uma ruptura histórica ou tudo não passará de caos ao som de rumores infundados de esperança?

Mas pelo que mesmo iremos marchar, clamar e se revoltar nesta tarde?

Cresci acreditando nos ideais esquerdistas… Fui seduzida em minha juventude pela ideia do brilhante Norberto Bobbio de que liberdade e igualdade não seriam intrinsecamente contraditórias, mas compatíveis. Tanto que fui defensora do PT na primeira eleição do Lula. Fiz isso acreditando num Brasil onde todos seriam igualmente livres e livremente iguais.

Hoje, 15 de março de 2015, não acredito mais em esquerda, nem em direita. Essa polarização ideológica é tão pertinente para mim quanto a existência ou não do Papai Noel para um adolescente.

Minha trajetória rumo a tão estratosféricos patamares de ceticismo político abundantemente é explicada pela trajetória do PT no poder. Sua inépcia na condução das grandes questões que assombram o país, sua obsessão colossal em se perpetuar no poder a qualquer preço e, finalmente, a imundície com os maiores episódios de corrupção de que o mundo já teve conhecimento, realmente me levaram a ter nojo da política. Fui traída pelo PT, o fascista, coronelista e oportunista PT…

Depois de junho de 2013, depois da eleição presidencial mais caluniosa e beligerante desde o estabelecimento do Estado Democrático de Direito, depois das inúmeras crises deflagradas pela incompetência e pelo ímpeto ilimitado desse partido em usar todos os setores e recursos da administração pública a seu bel-prazer e, principalmente, depois desse mesmo partido ter plantado o ódio e ter vendido sua alma ao diabo, quem sabe hoje, 15 de março de 2015, o diabo venha cobrar o seu preço.

O mais espantoso em tudo isso é que não sou a favor do impeachment. Afinal de contas, o que ele resolveria? Nada. Pelo contrário, ele empoderaria um partido ainda mais asqueroso: o PMDB, o mais fisiológico dos partidos fisiológicos.

Ademais, ainda não houve nenhuma prova de que a presidente sabia dos esquemas de corrupção na Petrobras. E, por mais incompetente que tenha se provado ao presidir o conselho da empresa e também ao liderar o Ministério de Minas e Energia – enfim, sua (ir)responsabilidade é inequívoca -, ninguém provou que ela estava envolvida ou que tenha se beneficiado do esquema de corrupção. Pelo menos não ainda.

Mas há tanto pelo que lutar: a reforma política séria e efetiva (não aquela defendida pelo asqueroso presidente do PMDB na Câmara, por mero “acaso” também citado nas investigações da Operação Lava Jato e orientado à despolitização crescente dos seus eleitores), a justiça com a punição dos criminosos que acabaram com a maior empresa do país e com nossa credibilidade para o mundo, a justiça pela identificação de todos os envolvidos no Petrolão, o fim do uso da máquina pública como manobra aos interesses de um partido, o fim de discursos e campanhas afrontadoramente mentirosas, enfim…

O fato é: hoje, 15 de março de 2015, EU PRECISO IR ÀS RUAS!

E não sou a única.

Razões para a retomada das manifestações públicas

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Ultimamente, nas redes sociais e sites de entretenimento e cotidiano, as mais diversas listas de dicas são as campeãs de leitura e acesso.  Listas que vão desde receitas de sucesso profissional (“10 maiores segredos de um executivo de sucesso”) até segredos para um bom casamento (“5 dicas para um casamento aceso”).

Que tal construirmos uma lista mais político-econômica sobre a realidade do nosso Brasil, neste momento tão conturbado de incertezas econômicas e políticas?

Um artigo recente publicado no jornal britânico “Financial Times” apontou vários fatores que podem contribuir para que Dilma não consiga terminar seu segundo mandato.  Lendo esse artigo, inicio aqui uma lista intitulada “Os ‘N’ motivos para a volta das manifestações públicas no Brasil”. E desde já, peço sua contribuição, leitor(a) do Solteirar, para ampliar esta nossa lista. Certamente você tem muitos outros motivos além dos elencados abaixo, ajudando, portanto, a engordar esse rol de aspectos que nos preocupa ultimamente.

– Recessão econômica em 2015;

– Aumento da inflação;

– Queda da confiança do consumidor;

– Crise da água;

– Aumento do desemprego;

– Possíveis apagões de energia;

– Queda da confiança do investidor;

– Corrupção (vide Operação Lava Jato);

– Falta de credibilidade no Governo;

– Câmbio passando de R$3,00;

– Falta de apoio no Congresso;

– Inabilidade nas relações internacionais;

– Estreito relacionamento e convergência nas decisões com países latinos ditatoriais.

 

Ainda não há razões constitucionais para um Impeachment e sabemos o alto custo que o país pode ter se isso ocorrer, mas as manifestações são formas legítimas e democráticas de expressar nosso descontentamento.

E você, tem algum outro motivo para ir às ruas e acrescentar nesta lista?

Estado civil: Mãe Solteira

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Eu que já fui solteira, casada e hoje divorciada, acredito que não há diferença entre uma solteira e uma divorciada, pois ambas estão solteirando sem compromisso. Na minha opinião,  o estado civil “divorciada” é desnecessário. Após a separação, a mulher deveria voltar a ser solteira e pronto.

Porém, existe uma diferença significativa na rotina e liberdade das mulheres com filhos, sejam elas casadas, divorciadas ou solteiras. O ideal seria uma substituição dos três estados civis por quatro classificações:  casada, mãe casada, solteira e mãe solteira.

Embora eu conheça bem a diferença entre a rotina de mulher casada sem filhos e uma mãe casada, neste texto, vou explorar o meu estado atual: mãe solteira.

Começo ressaltando que frases de solteirice como: “Fazer o que quiser quando der vontade”, “Viver com a mínima rotina no cotidiano” ou “Sair com as amigas sempre que quiser” não fazem parte da realidade de uma mãe solteira.

Isso não significa que não seja delicioso ser mãe. Não dá para ver aquele gatinho na hora que te dá vontade, nem encontrar as amigas na balada todos os finais de semana, muito menos viver sem rotina. Porém, é possível viver de forma plena o papel de mãe, sem esquecer-se de ser mulher.

Divertir-se com os filhos é uma delícia. Eu sou mãe de menina e, quando estou com ela, vivo no mundo das princesas. Temos vários compromissos e uma vida bastante agitada e divertida. Isso faz com que as obrigações se tornem mais leves. Por outro lado, quando não estamos juntas, exerço plenamente minha solteirice.

O segredo para conciliar esses papéis é viver cada um deles intensamente. Quando estou no papel de mãe, chego a ignorar ligações que eu adoraria receber quando estou sozinha. Assim como quando estou solteirando não fico me culpando por estar me divertindo sem a presença dela, pois confio que ela está feliz onde estiver.

A fórmula é baseada em amor, respeito e sinceridade. Minha filha sabe que sempre pode contar comigo, assim como tem certeza do quanto eu a amo. Se vou sair e deixá-la com alguém, nunca minto que vou trabalhar ou algo assim, o que me permite não me sentir culpada.

E assim segue minha rotina de mãe solteira, “encontrando as amigas sempre que possível” e elas entendem isso perfeitamente. “Fazendo o que tenho vontade”, pois tenho vontade de brincar com minha filha quando estou com ela e de me divertir sozinha quando ela está ausente. E “vivendo com rotina”, mas de forma divertida.

Sendo assim, apesar de ter passado por alguns estados civis, tenho certeza que o estado civil mãe solteira é o que mais me faz feliz.

Convidada: Rita Rodrigues